Com galerias nacionais e internacionais, projetos especiais e programação de debates, o evento acontece de 26 a 30 de agosto, na ARCA; saiba mais!
Publicado em 14 de ago. de 2026, 8:00

Santiago Yahuarcani, El puente de los espíritus. (Cortesia Flexa/Divulgação)
A SP-Arte Rotas realiza sua quinta edição entre os dias 26 e 30 de agosto de 2026, na ARCA, em São Paulo. Criada em 2022, a 5ª edição da feira de projetos curados amplia o diálogo com a produção artística da América Latina – reunindo cerca de 70 galerias das cinco regiões brasileiras e internacionais.
Antônio Poteiro, (Cortesia Errol Flyn/Divulgação)
O evento conta com Bernardo Mosqueira como diretor artístico. Curador, escritor e pesquisador brasileiro, ele assume a posição com a proposta de dar continuidade à consolidação da SP-Arte Rotas como uma plataforma dedicada à arte brasileira e, ao mesmo tempo, ampliar as conexões com outros países latino-americanos. Mosqueira sucede Rodrigo Moura, que esteve à frente das duas edições anteriores.
Zé di Cabeça, (Cortesia Galatea/Divulgação)
Entre as galerias brasileiras participantes da SP-Arte Rotas 2026, estão: Almeida & Dale, Mitre, Luciana Brito, Gomide&Co, Vermelho, Marilia Razuk, Superfície, Luis Maluf, Galatea e Martins&Montero, todas de São Paulo.
A feira também amplia sua pluralidade com espaços de diferentes regiões. Do Rio de Janeiro, participam Flexa; de Salvador, Paulo Darzé; de Recife, Marco Zero; de Goiás e do Distrito Federal, Cerrado; de Fortaleza, Leonardo Leal e Cave; de São Luís, Lima; e de Porto Alegre, Bolsa de Arte.
Paralelamente, a presença internacional reúne galerias de quatro países diferentes. Do Uruguai, participa a Sur; da Argentina, Isla Flotante, Barro e W; da Colômbia, Casa Zirio; e, da Itália, Orma.
La Chola Poblete, Sin titulo, de la serie ¿Cómo se ordenan los cuerpos, 2025. (Cortesia galeria Barro/Divulgação)
A SP-Arte Rotas mantém nesta edição uma programação dedicada a projetos especiais. Uma delas é o Sertão Negro, ateliê-escola fundado por Dalton Paula em Goiânia, que completa cinco anos de atividade em 2026. A feira recebe também a Galeria Ocupá, espaço dedicado à criação de conexões entre a Zona Sul do Rio de Janeiro e artistas de territórios periféricos da cidade.
Outro destaque é a Galeria Jaider Esbell de Arte Indígena Contemporânea, espaço coletivo independente localizado em Boa Vista (RR) voltado à produção de artistas indígenas. Para completar, a edição marca a estreia de dois estúdios que transitam entre arte e design: Lucas Recchia e Apartamento 61. Já a Passado Composto Século XX retorna à feira, da qual participa desde a primeira edição.
A programação inclui ainda o Palco SP-Arte, que receberá conversas entre artistas, curadores e especialistas. A proposta é criar momentos de troca direta entre os participantes e o público ao longo da feira.
Com curadoria também de Bernardo Mosqueira, o Mirante ocupa o centro da feira e reúne obras escolhidas por sua escala, relevância histórica, singularidade formal ou potência conceitual. A seção funciona como uma exposição coletiva dentro da SP-Arte Rotas e reúne trabalhos apresentados por diferentes galerias.
Eleonore Koch, Deserto do Arizona VI, 1996. (Cortesia Almeida & Dale/Divulgação)
Nesta edição, cerca de 70 obras de mais de 50 artistas brasileiros e latino-americanos, produzidas ao longo de mais de um século, exploram diferentes interpretações da paisagem. A seleção parte da ideia de que ela pode ultrapassar a representação de um território e se transformar em um campo de relações entre memória, ecologia, espiritualidade e mais.
Quando: 26 a 30 agosto
Onde: ARCA (Av. Manuel Bandeira, 360 - Vila Leopoldina, São Paulo)
Horários: 26 para convidados | 27 e 28 das 13h às 20h | 29 das 12h às 20 | 30 das 12h às 19h
Ingressos: R$ 120 (inteira) ou R$ 60 (meia-entrada)
Mais informações: https://www.sp-arte.com/