Os tons acizentados e mais brutalistas tomam conta da mostra catarinense aquecidos pela composição da madeira e toques de cores vibrantes
Publicado em 21 de jun. de 2017, 12:17

Píer Seventeen - Indiara Daros e Bruno Barbieri. O ambiente traz, na parte interna, a paleta cinza/grafite, partindo da pegada industrial do concreto aparente e mantendo o teto original, replicando a textura nas vigas, pilares e piso. Outros tons escuros estão na laca grafite, na imponente estante (que serve de pórtico e confunde-se com metal), no grande painel de identidade do espaço e na ampla bancada. Para contrastar com a sobriedade do grafite, os profissionais atenuaram a paleta de cores usando na Laca Rosa e Fendi nos móveis soltos. Há também o verde em veludo revestindo uma das paredes, assim como no mármore, revestindo a grande parede. Por fim, o preto está nos cinco amplos toldos que compõem 20 metros de cobertura automatizada, e nas almofadas e detalhes do mobiliário. (Divulgação)





