Ya sea en la pared o actuando específicamente sobre muebles y objetos, el tono, elegido como color del año por Color Futures, reinó en esta edición de la exposición.
Presentado en 18 jul 2017, 11:21
Na Boulangerie, de Alessandra Castro, o tom entrou pontualmente na azulejaria portuguesa e de forma intensa no teto. Em contraste com o chão, de madeira, aqui, a cor imprimiu ares de requinte e sofisticação. (Divulgação)
Mesclando tonalidades de azul na parede e na bancada do bar, o arquiteto Gustavo Jansen fez da Tartuferia um ambiente alegre e acolhedor. (Divulgação)
A arquiteta Marília Veiga pontuou o Estúdio do Curador de Arte com nuances de azul e cinza nas paredes, e variações do mesmo tom nas almofadas, bancos e poltronas. O resultado visual é harmônico e integrador. (Renato Navarro)
De obras de arte à peças de Design: na Casa de Praia Decortiles, assinada por Marina Linhares, o azul reinou absoluto. O matiz está praticamente em todos os lugares, e sua função por aqui parece ser mesmo a de trazer frescor e leveza. A impressão que temos, é de que a casa é uma continuação do mar. (Divulgação)
No Estúdio de Leitura e Degustação, valorizou-se as diversas faces do azul. René Fernandes soube integrar a cor ao ambiente como se o tom em si, fosse um item decorativo. E não deixa de ser, não é? (Divulgação)
Aqui, o arquiteto e designer goiano Leo Romano, brincou com a serenidade que o azul proporciona, para conferir ao seu ambiente ares orientais, ao mesmo tempo que homenageia o Brasil, com peças de design nacional. (Divulgação)

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