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CASACOR Ribeirão Preto 2026: 30 projects unite reason, affection and memory traduzido por: OPENROUTER

Between architecture, landscaping and gastronomy, CASACOR Ribeirão Preto 2026 takes place at Jardim Sumaré and revives stories, emotional memories and Brazilian design traduzido por: OPENROUTER

By Nádia Sayuri Kaku

Submitted at Aug 25, 2026, 10:30 AM

Mais de 10 min de leitura
Vitor Pellini (Pellini Arquitetura) - Entretempos. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026.

Vitor Pellini (Pellini Arquitetura) - Entretempos. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Keniche Santos/CASACOR)

Walking through the doors of the 8th edition of CASACOR Ribeirão Preto is, above all, an invitation to slow down. From August 25 to October 12, the show transforms an architectural landmark of the city — an emblematic 1980s residence designed by Marcos Tomanik in Jardim Sumaré — into a true sensory journey through the different ways of living.

With the theme Mind and Heart, this year's show responds to daily acceleration and information overload by proposing the home as a territory of welcome and reconnection. Throughout 30 integrated projects, architecture, design, landscaping, art, and gastronomy intertwine to prove that a home must nurture reason and emotion in equal measure.

Check out all the projects below!

Filippo Giorgi - Fachada - Projeto Luminotécnico
01/30 -

Filippo Giorgi - Fachada - Projeto Luminotécnico. Na proposta do arquiteto e lighting designer Filippo Giorgi, arquitetura, paisagem e passagem do tempo se relacionam com delicadeza, convertendo a entrada da CASACOR em uma experiência de transição. A luz atua como uma presença discreta: acolhe quem chega e sugere, de modo sutil, o percurso que se inicia. Entre a agitação urbana e o universo da mostra, o visitante encontra um cenário que se modifica pouco a pouco com o anoitecer. Em meio à vegetação, aos vazios e às sombras, a iluminação orienta o olhar e estimula uma observação mais atenta. Ao revelar texturas e construir profundidades, apresenta a arquitetura com serenidade e estabelece uma atmosfera de acolhimento e descoberta.

(Keniche Santos)
Mariangela Penha - Jardins de Mari - Jardim do Encontro
02/30 -

Mariangela Penha - Jardins de Mari - Jardins do Encontro. Conceitual e acolhedor, o jardim assinala tanto a chegada quanto a despedida da jornada pela CASACOR, como um verdadeiro rito de passagem. O projeto se estrutura no contraste entre a “pausa para a mente” e “o pulso do coração”: na entrada, a pausa interrompe o ruído da rua enquanto o pulso traduz a expectativa; na saída, a pausa permite absorver o vivido e o pulso leva para casa a inspiração despertada. Em um percurso de silêncio e desaceleração, o visitante contempla um jardim tropical composto pelo equilíbrio entre espécies de diferentes portes, volumes, texturas e cores. O design expressa expectativa, inspiração e movimento no banco de vergalhão e na escultura de aço que representa o Quarteirão Paulista – conjunto arquitetônico histórico situado no centro de Ribeirão Preto.

(Keniche Santos)
Morize Carvalho - Living Raízes
03/30 -

Morize Carvalho - Living Raízes. Em vez de acompanhar tendências, o living de Morize Carvalho recupera raízes. Sua essência se revela no retorno às origens e na valorização da brasilidade. A matéria guarda a memória, e cada decisão representa um gesto de preservação – da madeira, marcada pelo tempo de uma floresta inteira, às cores intensas que manifestam o Brasil em sua expressão mais viva. “A cor como identidade, não como decoração.” A iluminação favorece a introspecção e uma (re)conexão genuína com a cultura brasileira. Formada exclusivamente por arte e design nacionais, a curadoria destaca a presença feminina na arte visual de Fabiana Preti, no mobiliário autoral com peças de Roberta Banqueri e em obras de talentos de Ribeirão Preto.

(Keniche Santos)
Lucas Lourenço - Living da Permanência
04/30 -

Lucas Lourenço - Living da Permanência. O espaço convida a repensar o que de fato define a elegância. Em oposição a interiores guiados por tendências, celebra residências formadas ao longo dos anos, nas quais arquitetura, arte e design coexistem de maneira espontânea. Com inspiração nos apartamentos da Park Avenue dos anos 1950 e 1960, o arquiteto retoma o universo das grandes anfitriãs de Nova York. A arquitetura clássica emoldura uma seleção que atravessa períodos: antiguidades, obras de arte, referências tropicais ligadas a Palm Beach e peças modernistas, entre elas a chaise longue da série Djinn, criada pelo designer Olivier Mourgue. Longe de reproduzir o passado, o resultado oferece uma leitura atual do luxo, sustentada por personalidade, repertório e memória, e não por tendências.

(Keniche Santos)
Lucas Lourenço - Loja Petit Palais Casa
05/30 -

Lucas Lourenço - Loja Petit Palais Casa. O ambiente se equilibra entre aquilo que permanece e o que se renova. Ao reunir uma linguagem clássica e uma seleção mutável de objetos, Lucas Lourenço propõe o design como processo contínuo, no qual cada peça incorporada acrescenta identidade. Proporções elegantes e materiais nobres conferem atemporalidade à arquitetura. O veludo que reveste as paredes e as estantes de geometria simples e rigorosa cria uma base neutra para objetos de estilos, períodos e cores diversos, compondo uma curadoria vibrante, irreverente e contemporânea. “É um ambiente que valoriza a liberdade de compor espaços únicos, reforçando a ideia de que uma casa ganha personalidade quando equilibra elementos duradouros com escolhas que acompanham o momento de quem a habita.”

(Keniche Santos)
Hayasaki Arquitetura - Living Evviva
06/30 -

Hayasaki Arquitetura - Living Evviva. A arquitetura é apresentada como vivência sensorial: sentir antes de ver. No encontro de “Mente e Coração”, razão e emoção, Fabiano, Tania e Isabela Hayasaki alcançaram o equilíbrio de um living ao mesmo tempo contemporâneo e acolhedor, “um lugar para que as pessoas vivam o hoje, desacelerem, sintam pertencimento e criem conexões verdadeiras”. Fundamental no projeto, a iluminação provoca emoções e evidencia elementos naturais, formas, texturas e acabamentos. O destaque é a experiência imersiva resultante da integração entre o mobiliário da Artefacto e a marcenaria de alto padrão da Evviva. Nesse cenário, as obras da artista Bia Hayasaki ganham vida e permitem ao visitante criar composições, formular novas interpretações e descobrir algo diferente a cada interação.

(Victor Filomensky)
Victoria Balbo - Cozinha da Nonna
07/30 -

Victoria Balbo - Cozinha da Nonna. A Cozinha da Nonna sintetiza a essência do trabalho de Victoria Balbo: desenvolver projetos capazes de narrar histórias. As lembranças da infância da arquiteta na casa da avó orientam o ambiente, que mantém componentes do espaço original, como o piso de mármore e os lambris, para ressaltar a autenticidade e as marcas do tempo. Em tons de verde, a marcenaria se combina à madeira, à palha e aos tecidos naturais, recuperando o acolhimento das antigas cozinhas familiares. Itens do acervo pessoal, entre eles livros de receitas e quadros de crochê, intensificam a sensação de pertencimento. “A arquitetura tem o poder de despertar lembranças, fortalecer vínculos e fazer com que as pessoas se sintam verdadeiramente em casa.”

(Keniche Santos)
SENAC - Lembranças que Habitam
08/30 -

SENAC - Lembranças que Habitam. Lembranças que Habitam parte do entendimento de que uma casa se forma não somente por seus objetos, mas também pelas histórias neles preservadas. O hall de entrada e o banheiro acessível deixam de ser simples áreas de passagem para integrar as memórias à arquitetura. A residência da infância, os objetos transmitidos entre gerações e a impressão de retornar no tempo inspiraram os estudantes de Design de Interiores do SENAC Ribeirão Preto. A linguagem maximalista valoriza camadas de cores, estampas e texturas. A iluminação intimista e os itens de coleção ampliam a narrativa afetiva. Incorporada naturalmente ao conceito, a acessibilidade demonstra que inclusão, funcionalidade e uma estética sofisticada podem conviver harmoniosamente.

(Keniche Santos)
Caru Cunha - Quarto NOLT
09/30 -

Caru Cunha - Quarto Nolt. NOLT abrevia New Older Living Trend, expressão traduzida livremente como “Nova Tendência de Vida na Maturidade”. Para representar essa forma renovada de viver, Caru Cunha concebe um projeto minimalista destinado a um casal 60+ que reconhece o luxo de desfrutar o tempo sem pressa. Volumes puros, traços precisos e materiais de beleza discreta definem o ambiente. O acolhimento nasce da cabeceira em tecido tramado, cujo contraste delicado combina profundidade e suavidade. O revestimento das paredes reforça o aconchego, enquanto objetos vintage, fotografias e recordações de viagens constroem uma narrativa sensível sobre experiências partilhadas. “É um cenário de elegância serena, em que a estética acolhe as histórias e o morar se transforma em expressão de identidade.”

(Victor Filomensky)
Silvia Camargo - Um Canto da Terra
10/30 -

Silvia Camargo - Um Canto da Terra. Um Canto da Terra foi criado para narrar trajetórias de famílias de várias origens que estabeleceram suas vidas no Brasil. A casa evidencia a continuidade, entre gerações, de referências culturais e vínculos afetivos. Peças herdadas e elementos carregados de sentido – como tapeçarias, obras de arte e uma mesa de fazenda – convivem com a tecnologia empregada na produção do mobiliário nacional, transformando a varanda em ponto de encontro entre tempos, técnicas e linguagens. A composição cromática começa pelo laranja, relacionado à sociabilidade, ao acolhimento e ao convívio, e se amplia em matizes outonais. “São escolhas que se aproximam das cores presentes na paisagem da região, em harmonia com a terra e com um repertório visual compartilhado.”

(Victor Filomensky)
Adriana Fontana - O Primeiro Refúgio
11/30 -

Adriana Fontana - O Primeiro Refúgio. Ao aproximar memória afetiva e contemporaneidade, Adriana Fontana oferece uma nova leitura do clássico. Em O Primeiro Refúgio, o xadrez se destaca tanto como motivo decorativo quanto como trama que conduz o olhar e produz aconchego. Verdes, madeiras aquecidas e texturas de couro formam uma paleta associada à natureza e ao afeto. Elementos de inspiração vintage se relacionam com soluções atuais, como a poltrona de couro realçada pelo tapete xadrez. “É um espaço que não se limita ao rótulo de quarto de bebê. A ideia é que conte uma história e possa crescer com a criança, sem se prender a um repertório infantil óbvio.” Integrado, o banheiro conserva a proposta cromática e lúdica em uma solução mais colorida e funcional. Móveis e objetos decorativos exclusivos foram desenvolvidos pela Afetto Design.

(Victor Filomensky)
Adriana Fontana - Ninho de Histórias
12/30 -

Adriana Fontana - Ninho de Histórias. Ligada física, visual e afetivamente à suíte O Primeiro Refúgio, também de Adriana Fontana, a brinquedoteca prolonga a mesma intenção: acolher a criança, de maneira lúdica, desde os primeiros meses até a infância. O espaço reúne com segurança e apuro estético as atividades de brincar, ler e criar. Criado sob medida pela Afetto Design, o mobiliário teve dimensões e materiais ajustados ao cotidiano, com acabamentos duráveis, quinas arredondadas e ferragens embutidas. A lousa azul estimula desenhos e recados; a mesa de atividades e as poltronas infantis favorecem a criatividade e a permanência; estantes e nichos mantêm brinquedos e livros organizados e acessíveis às crianças.

(Victor Filomensky)
Carina Rezende e Maísa Andrade - Terra Roxa
13/30 -

Carina Rezende e Maísa Andrade - Terra Roxa. O ambiente leva para a casa o conforto e o clima de um quarto de hotel por meio de uma experiência multifuncional. O design ressignifica tradições de Ribeirão Preto em uma linguagem contemporânea, evocando a trajetória do café, a força da terra e a lembrança das fazendas antigas. Nas tonalidades dos estofados e tecidos, a terra vermelha regional inspira uma atmosfera orgânica e envolvente. A madeira presente no forro e na marcenaria reforça a herança cafeeira, além de transmitir autenticidade e permanência. “É um espaço onde a memória da terra, a força da história e a dualidade entre mente e coração se encontram para criar acolhimento, contemplação e pertencimento.”

(Victor Filomensky)
Marian Jammal - Âmago Corten
14/30 -

Marian Jammal - Âmago Corten. A experiência de Marian Jammal com a serralheria encontrou o tema da CASACOR e deu origem ao ambiente. A capacidade do aço de reunir resistência e maleabilidade orientou sua linguagem e suas formas. Na relação entre “Mente e Coração”, a arquiteta e urbanista materializou os conceitos do projeto: “A mente transforma ideias em estrutura, proporção e funcionalidade; por isso é associada aos painéis ripados, à solidez do gabião e à chapa metálica envelhecida, que traduzem lógica e permanência.” Já o coração aparece nas curvas, nas texturas, na iluminação suave e no paisagismo que anima o espaço. “Quando a mente desenha com precisão e o coração inspira cada detalhe, surgem espaços que se tornam identidade, memória e significado.”

(Victor Filomensky)
Camila Ubida e Ana Luísa Carolo - Studio Ubida Carolo - L'Atelier de Geneviève
15/30 -

Camila Ubida e Ana Luísa Carolo - Studio Ubida Carolo - L'Atelier de Geneviève. L’Atelier de Geneviève representa o espaço mais reservado da casa de uma estilista, onde experiências vividas se convertem em matéria criativa. O projeto aproxima o universo de Geneviève daquele das arquitetas, que encontram nas viagens referências para trabalhos dotados de significado. A inspiração transita entre a tradição dos ateliês da Europa e a elegância do design escandinavo. O burgundy orienta as cores, enquanto papéis de parede maximalistas reforçam o espírito inventivo e a marcenaria remete à produção artesanal. Tecidos, carretéis, livros e croquis ocupam os expositores, e a máquina de costura vintage sobre a bancada sugere que Geneviève deixou o lugar há poucos instantes, conferindo autenticidade, vida e muitas histórias ao ambiente.

(Victor Filomensky)
Cotrim Arquitetura - Casa Cotrim Galeria
16/30 -

Cotrim Arquitetura - Casa Cotrim Galeria. Imersiva e conceitual, a proposta envolve o visitante em uma atmosfera intensa e densa, inserindo-o no campo da arte e do design com sobriedade. A monocromia, também presente no Hall do Colecionador, estabelece a identidade visual, enquanto pontos específicos de luz destacam planos e acentuam a profundidade. A mostra reúne artistas fortemente vinculados a Ribeirão Preto: as esculturas minimalistas de Marcelo Dias, a pesquisa cromática de Cenimar Soares, os metacrilatos de José Maria Morgade, as colagens surrealistas de Piti Meinberg e o tríptico de Ruy Marques Ferreira. Completam o diálogo entre arte e design a linha Toy, de Bárbara Bianchi e Natália Hetem, o cabideiro Tarsila, de Aristeu Pires, e a Cadeira Baqueta, de Marcelo Stefanovicz.

(Victor Filomensky)
Kadu Reis - Espaço Confluência
17/30 -

Kadu Reis - Espaço Confluência. No ambiente de Kadu Reis, dois universos convergem: a serra, com sua solidez acolhedora, e o mar, marcado pela fluidez dos sentidos. Em lugar de reproduzir paisagens, o projeto comunica sensações por meio de pares opostos – vazio e cheio, peso e leveza, fluidez e firmeza, a mente na serra e o coração no mar. Essa ideia se concretiza em uma arquitetura rústica contemporânea atravessada por peças de design brasileiro. Somada a esses elementos, a iluminação indireta configura um refúgio silencioso e envolvente, propício à pausa e à introspecção. “Entre estrutura e emoção, o externo e o interno, o projeto propõe um território de reconexão: um convite a desacelerar, sentir e permanecer.”

(Keniche Santos)
Rose Kumayama - Suíte Ikigai
18/30 -

Rose Kumayama - Suíte Ikigai. Entre heranças japonesas e uma leitura brasileira atual, Rose Kumayama concebe uma suíte baseada no Ikigai, a “razão de viver”. A inspiração no tsuru – ave sagrada associada à saúde e à longevidade – articula neuroarquitetura, ciência e arte em uma celebração do essencial e da vida conduzida por propósito. “Um espaço pensado para o cuidado, onde o extraordinário está na pausa, na luz natural, nas texturas e na conexão com a natureza.” A madeira envolvente, os tons neutros, a luminosidade tranquila e o verde do terraço ampliam o bem-estar. O mobiliário de linhas orgânicas e a decoração centrada no artesanato brasileiro acompanham essa harmonia. É um abrigo para respirar, desacelerar e retomar contato com aquilo que dá sentido à existência.

(Keniche Santos)
Vitor Pellini (Pellini Arquitetura) - Entretempos
19/30 -

Vitor Pellini (Pellini Arquitetura) - Entretempos. Entretempos foi imaginado como o refúgio de quem aprecia arte e design: um lugar para apresentar a coleção, ler e receber amigos. Obras, livros e objetos registram silenciosamente afetos, descobertas e experiências. Para construir essa narrativa, Vitor Pellini escolheu elementos de profundidade e discrição. O projeto recusa a ostentação, valoriza a autenticidade e concentra-se no essencial. Tons contidos deixam texturas e obras aparecerem naturalmente; a madeira acrescenta densidade e acolhimento; e o chapisco mantém a matéria em evidência. A iluminação indireta modela os volumes, destaca superfícies e modifica o espaço conforme as horas passam, incorporando o próprio tempo à experiência.

(Keniche Santos)
Studio Ack - Carla Viziack e Marianna Viziack - Entre-Rios
20/30 -

Studio Ack - Carla Viziack e Marianna Viziack - Entre-Rios. O ambiente celebra os rios como condutores da vida e trama que une as relações humanas. Localizado em uma zona de transição da casa, funciona como um rio interno: fluido para orientar os percursos e amplo para acolher encontros, contemplação e pausa. Carla e Marianna Viziack traduzem essa imagem na chapa perfurada de aço corten que envolve a escada central, foco visual que sugere movimento e transparência. A narrativa continua no azul ligado à imensidão da água e no vermelho associado à terra e às raízes familiares das arquitetas, também evocadas por objetos afetivos como discos de vinil, um rádio de pilha e um livro de História da Arte. O paisagismo biofílico cria uma floresta tropical ao redor da circulação, em diálogo com o calor da madeira natural.

(Victor Filomensky)
Frezza & Figueiredo Arquitetura e Interiores - Sua Casa Bem Vivida Electrolux
21/30 -

Frezza & Figueiredo Arquitetura e Interiores - Sua Casa Bem Vivida Electrolux. A casa de Fabrício Frezza e Gabriel Figueiredo acolhe encontros, conversas e lembranças. O projeto reúne aquilo que dá significado a um lar equipado, dinâmico, afetivo e repleto de histórias. “Uma casa viva, com uma paleta de cores feliz e relaxante e com o conforto de materiais naturais em revestimentos, móveis, tecidos e texturas que convidam, acolhem e abraçam.” Para alcançar uma atmosfera informal e autêntica, favorável ao relaxamento e ao autocuidado, os profissionais combinaram azul, palha, bege e verde e recorreram à leveza da madeira clara, da cerâmica, da fibra, do algodão e do linho. Os lançamentos da Electrolux introduzem a tecnologia como parceira ideal de uma rotina em permanente movimento.

(Keniche Santos)
Matheus Vilela - Varanda Morar
22/30 -

Matheus Vilela - Varanda Morar. Um oásis em forma de varanda orientou as escolhas do espaço desenvolvido pelo designer de interiores Matheus Vilela. A proposta maximalista integra spa, área gourmet e lounge, revelando surpresas a cada novo olhar. A sobreposição de objetos, obras de arte, texturas e composições mobiliza os sentidos e convida a uma pausa contemplativa. Os verdes acrescentam frescor e recordam o encanto das residências emblemáticas de Palm Beach. Assim, arquitetura e paisagismo se conectam naturalmente, desfazendo fronteiras e tornando a atmosfera mais vibrante, leve e receptiva. “Mais do que um espaço, a varanda é um convite: entre, habite, sinta. Viva essa atmosfera, essa energia, essa experiência.”

(Keniche Santos)
Jacqueline Nogueira - Garagem Street
23/30 -

converse e reconheça que a proximidade com a cidade também pode significar qualidade de vida. O projeto transforma a rua em espaço de encontro, além de circulação, e oferece um novo sentido à relação entre as pessoas e o meio urbano. “É lembrar que esse espaço fora das nossas casas também nos pertence.” Nesse ambiente plural, grafites amenizam a dureza do concreto, a vegetação oferece frescor e o mobiliário estimula a permanência. Indispensável a uma arquitetura urbana que recebe e acolhe, a sustentabilidade aparece nos materiais – como os componentes pré-fabricados de pisos e paredes – e na alternativa de mobilidade apoiada pela tecnologia dos veículos elétricos.

(Keniche Santos)
HR Arquitetura - Casa-Ateliê da Ceramista
24/30 -

HR Arquitetura - Casa-Ateliê da Ceramista. “Há uma ideia antiga que persiste em toda prática criativa real: a de um eixo. Um ponto de equilíbrio de onde tudo se irradia.” Na casa-ateliê, esse princípio é simbolizado pela roda da ceramista, centro do layout e da narrativa que apresenta o modo de vida de uma artista contemporânea. Um saber ancestral retorna ao presente para refletir como se vive e trabalha hoje, sem subordinar criação ou cotidiano. O prato de concreto funciona simultaneamente como bancada, mesa, escultura e lugar de pausa. A divisória de MDF organiza sem isolar, e o revestimento sugere sedimentação ao valorizar os vestígios do tempo. “A composição de materiais e texturas tem função poética. As cores terrosas, as louças Deca, a precisão das formas, o respeito pelo material. Nada é decorativo por ser bonito. Tudo é bonito porque é necessário.”

(Keniche Santos)
Bruno Ortega e Juliana Treve - Restaurante Figo
25/30 -

Bruno Ortega e Juliana Treve - Restaurante Figo. Na visão de Bruno Ortega e Juliana Treve, a sofisticação verdadeira reside na contenção, na honestidade dos materiais, nas texturas, na iluminação e no tempo reservado ao convívio. “O projeto é construído a partir de uma arquitetura silenciosa, onde cada elemento foi escolhido para oferecer uma experiência sensorial de acolhimento e desaceleração.” Cimento queimado, madeira e pedra natural estruturam o ambiente em uma paleta monocromática. A luz produz cenários intimistas, e a vegetação aparece organicamente, estreitando a relação entre natureza e arquitetura. “Mais do que reproduzir uma estética, criamos um espaço que desperta memórias afetivas e oferece uma pausa em meio ao excesso de estímulos do cotidiano.”

(Victor Filomensky)
Marcelo Camargo Arquitetura (CUBO9 Studio) - Botanique Noir - Cocktail Garden
26/30 -

Marcelo Camargo Arquitetura - Cubo9 Studio - Botanique Noir - Cocktail Garden. A sofisticação dos cafés de Paris, o dinamismo cosmopolita dos rooftops de Nova York e a intensidade dos jardins tropicais se encontram no Botanique Noir. A combinação dessas referências orienta uma nova interpretação do jardim: espaço contemporâneo de contemplação e permanência, um abrigo urbano em que arquitetura, coquetelaria e paisagismo estimulam os sentidos. O ambiente se revela gradualmente à medida que a luz se altera e o olhar percorre a vegetação, os materiais naturais e as linhas orgânicas, descobrindo novos detalhes. Em uma atmosfera envolvente, intimista e sofisticada, o projeto convida a celebrar encontros e experimentar o ritual do drink.

(Keniche Santos)
Luciane Folheto e João Vitor Gulini - Deck Oásis
27/30 -

Luciane Folheto e João Vitor Gulini - Deck Oásis. Ao visitar a área do projeto, Luciane Folheto e João Vitor Gulini visualizaram um lugar acolhedor, capaz de estimular a permanência. “No Deck Oásis, o conforto se manifesta tanto na experiência física quanto na emocional. Ele celebra a convivência e a capacidade que a arquitetura tem de tocar as pessoas.” Desde as primeiras decisões, os arquitetos priorizaram o efeito do conjunto, para além de materiais ou objetos isolados. Iluminação, água, vegetação, cores naturais e áreas de convívio se articulam em uma atmosfera que ativa os sentidos e enaltece o simples prazer de estar. O cenário favorece encontros, estreita o vínculo entre visitante e espaço e converte momentos compartilhados em lembranças afetivas.

(Victor Filomensky)
Jaciara Carvalho - Ateliê Jaciara Carvalho - Loja Decor
28/30 -

Jaciara Carvalho - Ateliê Jaciara Carvalho - Loja Decor. Jaciara Carvalho, designer de interiores, responde tanto pela arquitetura quanto pelas peças artesanais apresentadas no ateliê. O ambiente traduz com fidelidade a essência de seu trabalho: conceber espaços acolhedores e inspiradores, capazes de destacar a autenticidade da produção manual. A união de materiais, texturas e componentes naturais transmite atemporalidade e elegância. O piso de aparência amadeirada, as pedras, o balcão de desenho orgânico e o cuidadoso projeto de iluminação constroem uma experiência leve e sensorial, que convida o visitante a percorrer a coleção e observar cada detalhe sem pressa.

(Keniche Santos)
Fabio Marzola - Hub de Conexões
29/30 -

Fabio Marzola - Hub de Conexões. A arquitetura é tratada como meio de criar vínculos entre usuário e espaço, dentro e fora, função e forma, experiência e materialidade. Com base nessa ideia, Fabio Marzola projeta uma área de eventos definida por flexibilidade, fluidez e integração. A continuidade espacial facilita percursos intuitivos, promove encontros e remove obstáculos visuais, aumentando a percepção de amplitude. Adaptável, o layout responde às diferentes atividades da mostra sem perder sua identidade. A iluminação torna-se decisiva nesse sistema, pois cria múltiplos cenários e acompanha as mudanças do ambiente de acordo com cada evento recebido.

(Victor Filomensky)
Willian Gonçalves Cucco - Café da Mata
30/30 -

Willian Gonçalves Cucco - Café da Mata. A atmosfera das matas brasileiras e a tradição do café conduzem o projeto. Em busca de uma linguagem autoral, Willian Gonçalves Cucco combina contemporaneidade com a valorização de técnicas artesanais, memórias e identidade brasileira. Matéria, vegetação e arte se unem em uma experiência narrativa singular. Protagonista, a iluminação projeta sombras, evidencia texturas e mantém o ambiente em transformação contínua. Entre a fragrância do café e o frescor tropical, o visitante percebe a releitura de materiais comuns – cerâmica, madeira e metal – convertidos em arte contemporânea pelo arquiteto, como ocorre na instalação suspensa que remete às raízes e copas das florestas.

(Victor Filomensky)

"This edition of CASACOR Ribeirão Preto reaffirms the creative strength of our region and its ability to bring together architecture, design, art, landscaping, and innovation in experiences that dialogue with different ways of living. In addition to presenting inspiring projects, the show moves an entire chain of professionals, brands, and suppliers, strengthens connections, and generates business opportunities. Our purpose is to consolidate CASACOR Ribeirão Preto as a relevant platform for the market and, at the same time, provide the public with an engaging experience, capable of awakening new perspectives on living," says Mauricio Siqueira, CEO of the local show.

An experience that begins before entering

The journey begins at Jardim do Encontro, by Mariangela Penha – Jardins de Mari, conceived as a rite of passage for the arrival and farewell of the show. Amid tropical species of different sizes, volumes, textures, and colors, visitors are invited to slow down. A rebar bench and a steel sculpture inspired by the Quarteirão Paulista establish, from the arrival, a connection between design and the architectural memory of Ribeirão Preto.

Next, at the CASACOR Entrance, the lighting design is by light designer Filippo Giorgi, an Italian based in Brazil for over 15 years, awarded in Europe and Brazil. His work definitively marks the transition between the city and the universe of the show. Together with vegetation, shadows, voids, and lighting, these elements create a façade whose perception changes throughout the day and, especially at nightfall, reveals new textures and depths.

Morize Carvalho - Living Raízes. CASACOR Ribeirão Preto 2026 project. traduzido por: OPENROUTER

Morize Carvalho - Living Raízes. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Keniche Santos/CASACOR)

The route continues to the Living Raízes, by Morize Carvalho, where Brazilian identity, memory, and national character guide the experience. Wood and vibrant colors meet an exclusively Brazilian curation, highlighting the female presence in art and design.

Right after, Lucas Lourenço proposes another relationship with time in the Living da Permanência. Inspired by the Park Avenue apartments of the 1950s and 1960s, the project brings together classical architecture, antiques, art, tropical references, and modernist design to defend a luxury built through repertoire and choices capable of transcending generations. The experience unfolds at Loja Petit Palais Casa, also by Lucas Lourenço, where velvet, noble materials, and timeless architecture serve as the setting for a dynamic curation of objects from different eras, styles, and colors.

The Living Evviva, by Hayasaki Arquitetura, designed by Fabiano, Tania, and Isabela Hayasaki, directly resumes the duality between reason and emotion proposed by this year's theme. Natural materials, textures, lighting, and the integration between furniture and cabinetry create a sensory experience, completed by the interactive works of Bia Hayasaki.

Home memories

Victoria Balbo - Nonna's Kitchen. Project from CASACOR Ribeirão Preto 2026. traduzido por: OPENROUTER

Victoria Balbo - Cozinha da Nonna. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Keniche Santos/CASACOR)

From there, the visit enters a deeply affective territory. At the Cozinha da Nonna, Victoria Balbo draws on her own memories of her grandmother's house to reconstruct familiar sensations. Original marble flooring and wainscoting coexist with green cabinetry, wood, straw, natural fabrics, recipe books, crochet pieces, and personal items.

In Lembranças que Habitam, Interior Design students at SENAC Ribeirão Preto explore the idea that a home is also built by the stories carried by its objects. The hall and accessible bathroom feature a maximalist composition of colors, textures, patterns, and collector's items, incorporating accessibility into aesthetics and functionality.

Caru Cunha - NOLT Bedroom. CASACOR Ribeirão Preto 2026 project. traduzido por: OPENROUTER

Caru Cunha - Quarto NOLT. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Victor Filomensky/CASACOR)

Time once again guides the experience in the NOLT Bedroom, by Caru Cunha. Inspired by the New Older Living Trend concept, the project imagines the intimacy of a 60+ couple, with pure volumes, sophisticated materials, vintage objects, photographs and travel mementos composing a space about maturity, comfort and shared stories.

In A Corner of the Earth, Silvia Camargo looks at families from different origins who built their trajectories in Brazil. Tapestries, inherited pieces, art, a farm table and technological Brazilian furniture cross generations, while oranges and autumn tones evoke the land and the landscape of the region.

Childhood then emerges through two projects by Adriana Fontana. The First Refuge presents a bedroom designed to grow along with the child, reinterpreting classic references with plaid, greens, warm woods, leather and vintage elements. Connected to it, the Nest of Stories transforms the playroom into a territory of reading, creativity and discovery, with furniture sized for the little ones, rounded corners, a chalkboard, activity table, niches and shelves.

Ribeirão Preto, matter and identity

Carina Rezende and Maísa Andrade - Terra Roxa. Project of CASACOR Ribeirão Preto 2026. traduzido por: OPENROUTER

Carina Rezende e Maísa Andrade - Terra Roxa. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Victor Filomensky/CASACOR)

The city's own history enters the route in Terra Roxa, by Carina Rezende and Maísa Andrade. Coffee culture, red earth and the memory of the old farms of Ribeirão Preto are reinterpreted through fabrics, upholstery, wood and cabinetry in a multifunctional project that brings the warmth of a hotel room into the home.

In Corten Core, Marian Jammal transforms steel into a metaphor for "Mind and Heart". Rationality appears in the precision of the slatted panels, in the gabion and in the aged metal plate; emotion appears in the curves, textures, soft lighting and landscaping.

Cotrim Arquitetura - Casa Cotrim Galeria. CASACOR Ribeirão Preto 2026 project. traduzido por: OPENROUTER

Cotrim Arquitetura - Casa Cotrim Galeria. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Victor Filomensky/CASACOR)

Next, Camila Ubida and Ana Luísa Carolo, from Studio Ubida Carolo, present L'Atelier de Geneviève, imagined as the intimate universe of a fashion designer. European ateliers and Scandinavian design meet among burgundy tones, maximalist wallpapers, fabrics, spools, sketches, books and a vintage sewing machine.

The experience then dives into art with Casa Cotrim Galeria, by Cotrim Arquitetura. In a monochromatic atmosphere, marked by focused lighting, the curatorship highlights artists connected to Ribeirão Preto and establishes dialogues between their works and Brazilian design pieces.

Kadu Reis - Confluence Space. CASACOR Ribeirão Preto 2026 project. traduzido por: OPENROUTER

Kadu Reis - Espaço Confluência. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Keniche Santos/CASACOR)

The Confluence Space, by Kadu Reis, contrasts the solidity of the mountains with the fluidity of the sea. Solids and voids, weight and lightness, structure and emotion combine with Brazilian design and indirect lighting to create a place of pause and introspection.

In the Ikigai Suite, Rose Kumayama draws on the Japanese concept that can be interpreted as the "reason for living". Japanese traditions, Brazilian interpretation, neuroarchitecture, art and science meet wood, natural light, organic shapes, craftsmanship and vegetation to build a refuge dedicated to what is essential.

Meanwhile, Entretempos, by Vitor Pellini, from Pellini Arquitetura, imagines the space of an art and design enthusiast. Books, objects and collectibles function as records of experiences, while wood, roughcast, sober tones and indirect lighting incorporate the passage of time into the architecture itself.

From intimacy to gathering

Frezza & Figueiredo Arquitetura e Interiores - Sua Casa Bem Vivida Electrolux. Project of CASACOR Ribeirão Preto 2026. traduzido por: OPENROUTER

Frezza & Figueiredo Arquitetura e Interiores - Sua Casa Bem Vivida Electrolux. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Keniche Santos/CASACOR)

The route arrives at Entre-Rios, by Carla Viziack and Marianna Viziack, from Studio ACK, where an area originally intended for circulation is converted into a space of permanence. The central staircase, biophilic landscaping, wood, and references to water, earth, and the professionals' family roots turn rivers into a metaphor for human connections.

The idea of home as a meeting place gains new scale in the Sua Casa Bem Vivida Electrolux space, by Frezza & Figueiredo Arquitetura e Interiores, by Fabrício Frezza and Gabriel Figueiredo. Blue, straw, beige, and green, combined with light wood, natural fibers, ceramics, and fabrics, create a light and informal residence, while technology is incorporated into daily life and new ways of living.

Matheus Vilela - Varanda Morar. CASACOR Ribeirão Preto 2026 project. traduzido por: OPENROUTER

Matheus Vilela - Varanda Morar. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Keniche Santos/CASACOR)

The experience opens up to the outdoors in Varanda Morar, by Matheus Vilela, which brings together spa, lounge, and gourmet area in an oasis of maximalist language. Artworks, objects, textures, and different visual layers share the spotlight with the landscaping and green tones.

In Urbanidade, Jacqueline Nogueira shifts the reflection beyond the boundaries of the home and proposes a new relationship with the street. Concrete, graffiti, vegetation, and furniture transform the urban space into a place of coexistence, while prefabricated materials and a mobility solution associated with electric vehicle technology incorporate sustainability into the project.

HR Arquitetura - Ceramist's House-Atelier. Project from CASACOR Ribeirão Preto 2026. traduzido por: OPENROUTER

HR Arquitetura - Casa-Ateliê da Ceramista. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Keniche Santos/CASACOR)

Creation returns indoors at the Casa-Ateliê da Ceramista, by HR Arquitetura. The ceramist's wheel organizes the space and symbolizes a routine in which living and producing have no rigid boundaries. Earthy colors, surfaces marked by time, and a large concrete element with functions that shift between table, sculpture, and place of pause reinforce the artisanal character of the proposal.

Flavors, gatherings, and permanence

Bruno Ortega and Juliana Treve - Figo Restaurant. Project from CASACOR Ribeirão Preto 2026. traduzido por: OPENROUTER

Bruno Ortega e Juliana Treve - Restaurante Figo. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Victor Filomensky/CASACOR)

The CASACOR experience also includes gastronomy. At Restaurante Figo, by Bruno Ortega and Juliana Treve, architecture becomes silent and sensorial. Burnt cement, natural stone, wood, vegetation, and intimate lighting create a setting designed to welcome and slow down, making the meal a pause within the journey. The operation is led by Gustavo Andrez.

Next, visitors find Botanique Noir – Cocktail Garden, by Marcelo Camargo Arquitetura, from Cubo9 Studio. Parisian cafés, New York rooftops, and tropical gardens inspire an environment where architecture, landscaping, and cocktail-making meet. The experience changes with daylight and nightfall and invites permanence and the ritual of the drink, with operation by Clicô.

Deck Oásis, by Luciane Folheto and João Vitor Gulini, extends this sensation. Water, vegetation, lighting, and natural tones form an environment of physical and emotional comfort, conceived so that architecture is perceived through the set of sensations it provides.

Jaciara Carvalho - Ateliê Jaciara Carvalho - Decor Store. CASACOR Ribeirão Preto 2026 project. traduzido por: OPENROUTER

Jaciara Carvalho - Ateliê Jaciara Carvalho - Loja Decor. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Keniche Santos/CASACOR)

At Ateliê Jaciara Carvalho – Loja Decor, Jaciara Carvalho signs both the space and the handcrafted pieces on display. Stones, textures, references to wood, organic shapes and natural elements enhance the authenticity of handmade work and invite visitors to observe the details.

The programming and collective dimension of the show find their home in the Hub de Conexões, by Fabio Marzola. Designed to host events, the architecture of the space favors integration, circulation and flexibility, with an adaptable layout and lighting capable of creating different scenarios throughout the programming.

Even the essentially functional projects are part of the narrative. In the Public Restrooms, Marian Jammal transforms the passage into a sensory refuge inspired by the Brazilian landscape. Clay, sand and mineral tones, combined with curves, fluid shapes and indirect light, create a natural and welcoming atmosphere.

The tour ends, and makes room to linger a little longer, at Café da Mata, by Willian Gonçalves Cucco, under the command of Mais Um Copo de Café. Coffee culture, so deeply connected to the history of Ribeirão Preto, meets the Brazilian forests in a composition of ceramics, wood, metal, vegetation and art. A suspended installation inspired by the roots and canopies of trees reinforces the relationship between nature and architecture, while light and shadow continuously modify the perception of the project.

Service - CASACOR Ribeirão Preto 2026


  • When: from August 25 to October 12, 2026

  • Hours: Tuesday to Saturday, from 3pm to 10pm. Sundays and holidays, from 3pm to 8pm

  • Where: Av. Sumaré, 590 - Jardim Sumaré, Ribeirão Preto - SP, 14025-450

  • Tickets: R$ 98 (full) and R$ 49 (half)

  • Box office: online, official CASACOR app and in-person sales at the venue

  • Social media: @casacor_ribeiraopreto

Purchase of half-price tickets:

  • Seniors aged 60 and over

  • Students, upon presentation of a valid photo ID or proof of payment.

  • People with special needs and their companions (according to Law 12.933/13)

  • Public and private school teachers, upon presentation of a valid photo ID.

*Pre-sale promotion not valid for half-price tickets. Proof of eligibility for half-price will be required at the door.

Important:

  • Free entry for children up to 10 years old with proof of age.

  • 1 (one) CPF may purchase a maximum of 10 tickets.

  • Group sales: for purchases over 10 tickets or by CNPJ, send an email to eventoscasacorrp@gmail.com.

CASACOR Ribeirão Preto 2026 has master sponsorship by Deca, official paint Coral, local sponsorship by Centro Cerâmico and Eletrolux, official hotel TRYP by Wyndham Ribeirão Preto, institutional support from the Ribeirão Preto City Hall, and media support from InterArq, Zumm Portal Revide, Ypê News, and Obra Prima magazines. Produced by Editora Globo.

Filippo Giorgi - Fachada - Projeto Luminotécnico
01/30 -

Filippo Giorgi - Fachada - Projeto Luminotécnico. Na proposta do arquiteto e lighting designer Filippo Giorgi, arquitetura, paisagem e passagem do tempo se relacionam com delicadeza, convertendo a entrada da CASACOR em uma experiência de transição. A luz atua como uma presença discreta: acolhe quem chega e sugere, de modo sutil, o percurso que se inicia. Entre a agitação urbana e o universo da mostra, o visitante encontra um cenário que se modifica pouco a pouco com o anoitecer. Em meio à vegetação, aos vazios e às sombras, a iluminação orienta o olhar e estimula uma observação mais atenta. Ao revelar texturas e construir profundidades, apresenta a arquitetura com serenidade e estabelece uma atmosfera de acolhimento e descoberta.

(Keniche Santos)
Mariangela Penha - Jardins de Mari - Jardim do Encontro
02/30 -

Mariangela Penha - Jardins de Mari - Jardins do Encontro. Conceitual e acolhedor, o jardim assinala tanto a chegada quanto a despedida da jornada pela CASACOR, como um verdadeiro rito de passagem. O projeto se estrutura no contraste entre a “pausa para a mente” e “o pulso do coração”: na entrada, a pausa interrompe o ruído da rua enquanto o pulso traduz a expectativa; na saída, a pausa permite absorver o vivido e o pulso leva para casa a inspiração despertada. Em um percurso de silêncio e desaceleração, o visitante contempla um jardim tropical composto pelo equilíbrio entre espécies de diferentes portes, volumes, texturas e cores. O design expressa expectativa, inspiração e movimento no banco de vergalhão e na escultura de aço que representa o Quarteirão Paulista – conjunto arquitetônico histórico situado no centro de Ribeirão Preto.

(Keniche Santos)
Morize Carvalho - Living Raízes
03/30 -

Morize Carvalho - Living Raízes. Em vez de acompanhar tendências, o living de Morize Carvalho recupera raízes. Sua essência se revela no retorno às origens e na valorização da brasilidade. A matéria guarda a memória, e cada decisão representa um gesto de preservação – da madeira, marcada pelo tempo de uma floresta inteira, às cores intensas que manifestam o Brasil em sua expressão mais viva. “A cor como identidade, não como decoração.” A iluminação favorece a introspecção e uma (re)conexão genuína com a cultura brasileira. Formada exclusivamente por arte e design nacionais, a curadoria destaca a presença feminina na arte visual de Fabiana Preti, no mobiliário autoral com peças de Roberta Banqueri e em obras de talentos de Ribeirão Preto.

(Keniche Santos)
Lucas Lourenço - Living da Permanência
04/30 -

Lucas Lourenço - Living da Permanência. O espaço convida a repensar o que de fato define a elegância. Em oposição a interiores guiados por tendências, celebra residências formadas ao longo dos anos, nas quais arquitetura, arte e design coexistem de maneira espontânea. Com inspiração nos apartamentos da Park Avenue dos anos 1950 e 1960, o arquiteto retoma o universo das grandes anfitriãs de Nova York. A arquitetura clássica emoldura uma seleção que atravessa períodos: antiguidades, obras de arte, referências tropicais ligadas a Palm Beach e peças modernistas, entre elas a chaise longue da série Djinn, criada pelo designer Olivier Mourgue. Longe de reproduzir o passado, o resultado oferece uma leitura atual do luxo, sustentada por personalidade, repertório e memória, e não por tendências.

(Keniche Santos)
Lucas Lourenço - Loja Petit Palais Casa
05/30 -

Lucas Lourenço - Loja Petit Palais Casa. O ambiente se equilibra entre aquilo que permanece e o que se renova. Ao reunir uma linguagem clássica e uma seleção mutável de objetos, Lucas Lourenço propõe o design como processo contínuo, no qual cada peça incorporada acrescenta identidade. Proporções elegantes e materiais nobres conferem atemporalidade à arquitetura. O veludo que reveste as paredes e as estantes de geometria simples e rigorosa cria uma base neutra para objetos de estilos, períodos e cores diversos, compondo uma curadoria vibrante, irreverente e contemporânea. “É um ambiente que valoriza a liberdade de compor espaços únicos, reforçando a ideia de que uma casa ganha personalidade quando equilibra elementos duradouros com escolhas que acompanham o momento de quem a habita.”

(Keniche Santos)
Hayasaki Arquitetura - Living Evviva
06/30 -

Hayasaki Arquitetura - Living Evviva. A arquitetura é apresentada como vivência sensorial: sentir antes de ver. No encontro de “Mente e Coração”, razão e emoção, Fabiano, Tania e Isabela Hayasaki alcançaram o equilíbrio de um living ao mesmo tempo contemporâneo e acolhedor, “um lugar para que as pessoas vivam o hoje, desacelerem, sintam pertencimento e criem conexões verdadeiras”. Fundamental no projeto, a iluminação provoca emoções e evidencia elementos naturais, formas, texturas e acabamentos. O destaque é a experiência imersiva resultante da integração entre o mobiliário da Artefacto e a marcenaria de alto padrão da Evviva. Nesse cenário, as obras da artista Bia Hayasaki ganham vida e permitem ao visitante criar composições, formular novas interpretações e descobrir algo diferente a cada interação.

(Victor Filomensky)
Victoria Balbo - Cozinha da Nonna
07/30 -

Victoria Balbo - Cozinha da Nonna. A Cozinha da Nonna sintetiza a essência do trabalho de Victoria Balbo: desenvolver projetos capazes de narrar histórias. As lembranças da infância da arquiteta na casa da avó orientam o ambiente, que mantém componentes do espaço original, como o piso de mármore e os lambris, para ressaltar a autenticidade e as marcas do tempo. Em tons de verde, a marcenaria se combina à madeira, à palha e aos tecidos naturais, recuperando o acolhimento das antigas cozinhas familiares. Itens do acervo pessoal, entre eles livros de receitas e quadros de crochê, intensificam a sensação de pertencimento. “A arquitetura tem o poder de despertar lembranças, fortalecer vínculos e fazer com que as pessoas se sintam verdadeiramente em casa.”

(Keniche Santos)
SENAC - Lembranças que Habitam
08/30 -

SENAC - Lembranças que Habitam. Lembranças que Habitam parte do entendimento de que uma casa se forma não somente por seus objetos, mas também pelas histórias neles preservadas. O hall de entrada e o banheiro acessível deixam de ser simples áreas de passagem para integrar as memórias à arquitetura. A residência da infância, os objetos transmitidos entre gerações e a impressão de retornar no tempo inspiraram os estudantes de Design de Interiores do SENAC Ribeirão Preto. A linguagem maximalista valoriza camadas de cores, estampas e texturas. A iluminação intimista e os itens de coleção ampliam a narrativa afetiva. Incorporada naturalmente ao conceito, a acessibilidade demonstra que inclusão, funcionalidade e uma estética sofisticada podem conviver harmoniosamente.

(Keniche Santos)
Caru Cunha - Quarto NOLT
09/30 -

Caru Cunha - Quarto Nolt. NOLT abrevia New Older Living Trend, expressão traduzida livremente como “Nova Tendência de Vida na Maturidade”. Para representar essa forma renovada de viver, Caru Cunha concebe um projeto minimalista destinado a um casal 60+ que reconhece o luxo de desfrutar o tempo sem pressa. Volumes puros, traços precisos e materiais de beleza discreta definem o ambiente. O acolhimento nasce da cabeceira em tecido tramado, cujo contraste delicado combina profundidade e suavidade. O revestimento das paredes reforça o aconchego, enquanto objetos vintage, fotografias e recordações de viagens constroem uma narrativa sensível sobre experiências partilhadas. “É um cenário de elegância serena, em que a estética acolhe as histórias e o morar se transforma em expressão de identidade.”

(Victor Filomensky)
Silvia Camargo - Um Canto da Terra
10/30 -

Silvia Camargo - Um Canto da Terra. Um Canto da Terra foi criado para narrar trajetórias de famílias de várias origens que estabeleceram suas vidas no Brasil. A casa evidencia a continuidade, entre gerações, de referências culturais e vínculos afetivos. Peças herdadas e elementos carregados de sentido – como tapeçarias, obras de arte e uma mesa de fazenda – convivem com a tecnologia empregada na produção do mobiliário nacional, transformando a varanda em ponto de encontro entre tempos, técnicas e linguagens. A composição cromática começa pelo laranja, relacionado à sociabilidade, ao acolhimento e ao convívio, e se amplia em matizes outonais. “São escolhas que se aproximam das cores presentes na paisagem da região, em harmonia com a terra e com um repertório visual compartilhado.”

(Victor Filomensky)
Adriana Fontana - O Primeiro Refúgio
11/30 -

Adriana Fontana - O Primeiro Refúgio. Ao aproximar memória afetiva e contemporaneidade, Adriana Fontana oferece uma nova leitura do clássico. Em O Primeiro Refúgio, o xadrez se destaca tanto como motivo decorativo quanto como trama que conduz o olhar e produz aconchego. Verdes, madeiras aquecidas e texturas de couro formam uma paleta associada à natureza e ao afeto. Elementos de inspiração vintage se relacionam com soluções atuais, como a poltrona de couro realçada pelo tapete xadrez. “É um espaço que não se limita ao rótulo de quarto de bebê. A ideia é que conte uma história e possa crescer com a criança, sem se prender a um repertório infantil óbvio.” Integrado, o banheiro conserva a proposta cromática e lúdica em uma solução mais colorida e funcional. Móveis e objetos decorativos exclusivos foram desenvolvidos pela Afetto Design.

(Victor Filomensky)
Adriana Fontana - Ninho de Histórias
12/30 -

Adriana Fontana - Ninho de Histórias. Ligada física, visual e afetivamente à suíte O Primeiro Refúgio, também de Adriana Fontana, a brinquedoteca prolonga a mesma intenção: acolher a criança, de maneira lúdica, desde os primeiros meses até a infância. O espaço reúne com segurança e apuro estético as atividades de brincar, ler e criar. Criado sob medida pela Afetto Design, o mobiliário teve dimensões e materiais ajustados ao cotidiano, com acabamentos duráveis, quinas arredondadas e ferragens embutidas. A lousa azul estimula desenhos e recados; a mesa de atividades e as poltronas infantis favorecem a criatividade e a permanência; estantes e nichos mantêm brinquedos e livros organizados e acessíveis às crianças.

(Victor Filomensky)
Carina Rezende e Maísa Andrade - Terra Roxa
13/30 -

Carina Rezende e Maísa Andrade - Terra Roxa. O ambiente leva para a casa o conforto e o clima de um quarto de hotel por meio de uma experiência multifuncional. O design ressignifica tradições de Ribeirão Preto em uma linguagem contemporânea, evocando a trajetória do café, a força da terra e a lembrança das fazendas antigas. Nas tonalidades dos estofados e tecidos, a terra vermelha regional inspira uma atmosfera orgânica e envolvente. A madeira presente no forro e na marcenaria reforça a herança cafeeira, além de transmitir autenticidade e permanência. “É um espaço onde a memória da terra, a força da história e a dualidade entre mente e coração se encontram para criar acolhimento, contemplação e pertencimento.”

(Victor Filomensky)
Marian Jammal - Âmago Corten
14/30 -

Marian Jammal - Âmago Corten. A experiência de Marian Jammal com a serralheria encontrou o tema da CASACOR e deu origem ao ambiente. A capacidade do aço de reunir resistência e maleabilidade orientou sua linguagem e suas formas. Na relação entre “Mente e Coração”, a arquiteta e urbanista materializou os conceitos do projeto: “A mente transforma ideias em estrutura, proporção e funcionalidade; por isso é associada aos painéis ripados, à solidez do gabião e à chapa metálica envelhecida, que traduzem lógica e permanência.” Já o coração aparece nas curvas, nas texturas, na iluminação suave e no paisagismo que anima o espaço. “Quando a mente desenha com precisão e o coração inspira cada detalhe, surgem espaços que se tornam identidade, memória e significado.”

(Victor Filomensky)
Camila Ubida e Ana Luísa Carolo - Studio Ubida Carolo - L'Atelier de Geneviève
15/30 -

Camila Ubida e Ana Luísa Carolo - Studio Ubida Carolo - L'Atelier de Geneviève. L’Atelier de Geneviève representa o espaço mais reservado da casa de uma estilista, onde experiências vividas se convertem em matéria criativa. O projeto aproxima o universo de Geneviève daquele das arquitetas, que encontram nas viagens referências para trabalhos dotados de significado. A inspiração transita entre a tradição dos ateliês da Europa e a elegância do design escandinavo. O burgundy orienta as cores, enquanto papéis de parede maximalistas reforçam o espírito inventivo e a marcenaria remete à produção artesanal. Tecidos, carretéis, livros e croquis ocupam os expositores, e a máquina de costura vintage sobre a bancada sugere que Geneviève deixou o lugar há poucos instantes, conferindo autenticidade, vida e muitas histórias ao ambiente.

(Victor Filomensky)
Cotrim Arquitetura - Casa Cotrim Galeria
16/30 -

Cotrim Arquitetura - Casa Cotrim Galeria. Imersiva e conceitual, a proposta envolve o visitante em uma atmosfera intensa e densa, inserindo-o no campo da arte e do design com sobriedade. A monocromia, também presente no Hall do Colecionador, estabelece a identidade visual, enquanto pontos específicos de luz destacam planos e acentuam a profundidade. A mostra reúne artistas fortemente vinculados a Ribeirão Preto: as esculturas minimalistas de Marcelo Dias, a pesquisa cromática de Cenimar Soares, os metacrilatos de José Maria Morgade, as colagens surrealistas de Piti Meinberg e o tríptico de Ruy Marques Ferreira. Completam o diálogo entre arte e design a linha Toy, de Bárbara Bianchi e Natália Hetem, o cabideiro Tarsila, de Aristeu Pires, e a Cadeira Baqueta, de Marcelo Stefanovicz.

(Victor Filomensky)
Kadu Reis - Espaço Confluência
17/30 -

Kadu Reis - Espaço Confluência. No ambiente de Kadu Reis, dois universos convergem: a serra, com sua solidez acolhedora, e o mar, marcado pela fluidez dos sentidos. Em lugar de reproduzir paisagens, o projeto comunica sensações por meio de pares opostos – vazio e cheio, peso e leveza, fluidez e firmeza, a mente na serra e o coração no mar. Essa ideia se concretiza em uma arquitetura rústica contemporânea atravessada por peças de design brasileiro. Somada a esses elementos, a iluminação indireta configura um refúgio silencioso e envolvente, propício à pausa e à introspecção. “Entre estrutura e emoção, o externo e o interno, o projeto propõe um território de reconexão: um convite a desacelerar, sentir e permanecer.”

(Keniche Santos)
Rose Kumayama - Suíte Ikigai
18/30 -

Rose Kumayama - Suíte Ikigai. Entre heranças japonesas e uma leitura brasileira atual, Rose Kumayama concebe uma suíte baseada no Ikigai, a “razão de viver”. A inspiração no tsuru – ave sagrada associada à saúde e à longevidade – articula neuroarquitetura, ciência e arte em uma celebração do essencial e da vida conduzida por propósito. “Um espaço pensado para o cuidado, onde o extraordinário está na pausa, na luz natural, nas texturas e na conexão com a natureza.” A madeira envolvente, os tons neutros, a luminosidade tranquila e o verde do terraço ampliam o bem-estar. O mobiliário de linhas orgânicas e a decoração centrada no artesanato brasileiro acompanham essa harmonia. É um abrigo para respirar, desacelerar e retomar contato com aquilo que dá sentido à existência.

(Keniche Santos)
Vitor Pellini (Pellini Arquitetura) - Entretempos
19/30 -

Vitor Pellini (Pellini Arquitetura) - Entretempos. Entretempos foi imaginado como o refúgio de quem aprecia arte e design: um lugar para apresentar a coleção, ler e receber amigos. Obras, livros e objetos registram silenciosamente afetos, descobertas e experiências. Para construir essa narrativa, Vitor Pellini escolheu elementos de profundidade e discrição. O projeto recusa a ostentação, valoriza a autenticidade e concentra-se no essencial. Tons contidos deixam texturas e obras aparecerem naturalmente; a madeira acrescenta densidade e acolhimento; e o chapisco mantém a matéria em evidência. A iluminação indireta modela os volumes, destaca superfícies e modifica o espaço conforme as horas passam, incorporando o próprio tempo à experiência.

(Keniche Santos)
Studio Ack - Carla Viziack e Marianna Viziack - Entre-Rios
20/30 -

Studio Ack - Carla Viziack e Marianna Viziack - Entre-Rios. O ambiente celebra os rios como condutores da vida e trama que une as relações humanas. Localizado em uma zona de transição da casa, funciona como um rio interno: fluido para orientar os percursos e amplo para acolher encontros, contemplação e pausa. Carla e Marianna Viziack traduzem essa imagem na chapa perfurada de aço corten que envolve a escada central, foco visual que sugere movimento e transparência. A narrativa continua no azul ligado à imensidão da água e no vermelho associado à terra e às raízes familiares das arquitetas, também evocadas por objetos afetivos como discos de vinil, um rádio de pilha e um livro de História da Arte. O paisagismo biofílico cria uma floresta tropical ao redor da circulação, em diálogo com o calor da madeira natural.

(Victor Filomensky)
Frezza & Figueiredo Arquitetura e Interiores - Sua Casa Bem Vivida Electrolux
21/30 -

Frezza & Figueiredo Arquitetura e Interiores - Sua Casa Bem Vivida Electrolux. A casa de Fabrício Frezza e Gabriel Figueiredo acolhe encontros, conversas e lembranças. O projeto reúne aquilo que dá significado a um lar equipado, dinâmico, afetivo e repleto de histórias. “Uma casa viva, com uma paleta de cores feliz e relaxante e com o conforto de materiais naturais em revestimentos, móveis, tecidos e texturas que convidam, acolhem e abraçam.” Para alcançar uma atmosfera informal e autêntica, favorável ao relaxamento e ao autocuidado, os profissionais combinaram azul, palha, bege e verde e recorreram à leveza da madeira clara, da cerâmica, da fibra, do algodão e do linho. Os lançamentos da Electrolux introduzem a tecnologia como parceira ideal de uma rotina em permanente movimento.

(Keniche Santos)
Matheus Vilela - Varanda Morar
22/30 -

Matheus Vilela - Varanda Morar. Um oásis em forma de varanda orientou as escolhas do espaço desenvolvido pelo designer de interiores Matheus Vilela. A proposta maximalista integra spa, área gourmet e lounge, revelando surpresas a cada novo olhar. A sobreposição de objetos, obras de arte, texturas e composições mobiliza os sentidos e convida a uma pausa contemplativa. Os verdes acrescentam frescor e recordam o encanto das residências emblemáticas de Palm Beach. Assim, arquitetura e paisagismo se conectam naturalmente, desfazendo fronteiras e tornando a atmosfera mais vibrante, leve e receptiva. “Mais do que um espaço, a varanda é um convite: entre, habite, sinta. Viva essa atmosfera, essa energia, essa experiência.”

(Keniche Santos)
Jacqueline Nogueira - Garagem Street
23/30 -

converse e reconheça que a proximidade com a cidade também pode significar qualidade de vida. O projeto transforma a rua em espaço de encontro, além de circulação, e oferece um novo sentido à relação entre as pessoas e o meio urbano. “É lembrar que esse espaço fora das nossas casas também nos pertence.” Nesse ambiente plural, grafites amenizam a dureza do concreto, a vegetação oferece frescor e o mobiliário estimula a permanência. Indispensável a uma arquitetura urbana que recebe e acolhe, a sustentabilidade aparece nos materiais – como os componentes pré-fabricados de pisos e paredes – e na alternativa de mobilidade apoiada pela tecnologia dos veículos elétricos.

(Keniche Santos)
HR Arquitetura - Casa-Ateliê da Ceramista
24/30 -

HR Arquitetura - Casa-Ateliê da Ceramista. “Há uma ideia antiga que persiste em toda prática criativa real: a de um eixo. Um ponto de equilíbrio de onde tudo se irradia.” Na casa-ateliê, esse princípio é simbolizado pela roda da ceramista, centro do layout e da narrativa que apresenta o modo de vida de uma artista contemporânea. Um saber ancestral retorna ao presente para refletir como se vive e trabalha hoje, sem subordinar criação ou cotidiano. O prato de concreto funciona simultaneamente como bancada, mesa, escultura e lugar de pausa. A divisória de MDF organiza sem isolar, e o revestimento sugere sedimentação ao valorizar os vestígios do tempo. “A composição de materiais e texturas tem função poética. As cores terrosas, as louças Deca, a precisão das formas, o respeito pelo material. Nada é decorativo por ser bonito. Tudo é bonito porque é necessário.”

(Keniche Santos)
Bruno Ortega e Juliana Treve - Restaurante Figo
25/30 -

Bruno Ortega e Juliana Treve - Restaurante Figo. Na visão de Bruno Ortega e Juliana Treve, a sofisticação verdadeira reside na contenção, na honestidade dos materiais, nas texturas, na iluminação e no tempo reservado ao convívio. “O projeto é construído a partir de uma arquitetura silenciosa, onde cada elemento foi escolhido para oferecer uma experiência sensorial de acolhimento e desaceleração.” Cimento queimado, madeira e pedra natural estruturam o ambiente em uma paleta monocromática. A luz produz cenários intimistas, e a vegetação aparece organicamente, estreitando a relação entre natureza e arquitetura. “Mais do que reproduzir uma estética, criamos um espaço que desperta memórias afetivas e oferece uma pausa em meio ao excesso de estímulos do cotidiano.”

(Victor Filomensky)
Marcelo Camargo Arquitetura (CUBO9 Studio) - Botanique Noir - Cocktail Garden
26/30 -

Marcelo Camargo Arquitetura - Cubo9 Studio - Botanique Noir - Cocktail Garden. A sofisticação dos cafés de Paris, o dinamismo cosmopolita dos rooftops de Nova York e a intensidade dos jardins tropicais se encontram no Botanique Noir. A combinação dessas referências orienta uma nova interpretação do jardim: espaço contemporâneo de contemplação e permanência, um abrigo urbano em que arquitetura, coquetelaria e paisagismo estimulam os sentidos. O ambiente se revela gradualmente à medida que a luz se altera e o olhar percorre a vegetação, os materiais naturais e as linhas orgânicas, descobrindo novos detalhes. Em uma atmosfera envolvente, intimista e sofisticada, o projeto convida a celebrar encontros e experimentar o ritual do drink.

(Keniche Santos)
Luciane Folheto e João Vitor Gulini - Deck Oásis
27/30 -

Luciane Folheto e João Vitor Gulini - Deck Oásis. Ao visitar a área do projeto, Luciane Folheto e João Vitor Gulini visualizaram um lugar acolhedor, capaz de estimular a permanência. “No Deck Oásis, o conforto se manifesta tanto na experiência física quanto na emocional. Ele celebra a convivência e a capacidade que a arquitetura tem de tocar as pessoas.” Desde as primeiras decisões, os arquitetos priorizaram o efeito do conjunto, para além de materiais ou objetos isolados. Iluminação, água, vegetação, cores naturais e áreas de convívio se articulam em uma atmosfera que ativa os sentidos e enaltece o simples prazer de estar. O cenário favorece encontros, estreita o vínculo entre visitante e espaço e converte momentos compartilhados em lembranças afetivas.

(Victor Filomensky)
Jaciara Carvalho - Ateliê Jaciara Carvalho - Loja Decor
28/30 -

Jaciara Carvalho - Ateliê Jaciara Carvalho - Loja Decor. Jaciara Carvalho, designer de interiores, responde tanto pela arquitetura quanto pelas peças artesanais apresentadas no ateliê. O ambiente traduz com fidelidade a essência de seu trabalho: conceber espaços acolhedores e inspiradores, capazes de destacar a autenticidade da produção manual. A união de materiais, texturas e componentes naturais transmite atemporalidade e elegância. O piso de aparência amadeirada, as pedras, o balcão de desenho orgânico e o cuidadoso projeto de iluminação constroem uma experiência leve e sensorial, que convida o visitante a percorrer a coleção e observar cada detalhe sem pressa.

(Keniche Santos)
Fabio Marzola - Hub de Conexões
29/30 -

Fabio Marzola - Hub de Conexões. A arquitetura é tratada como meio de criar vínculos entre usuário e espaço, dentro e fora, função e forma, experiência e materialidade. Com base nessa ideia, Fabio Marzola projeta uma área de eventos definida por flexibilidade, fluidez e integração. A continuidade espacial facilita percursos intuitivos, promove encontros e remove obstáculos visuais, aumentando a percepção de amplitude. Adaptável, o layout responde às diferentes atividades da mostra sem perder sua identidade. A iluminação torna-se decisiva nesse sistema, pois cria múltiplos cenários e acompanha as mudanças do ambiente de acordo com cada evento recebido.

(Victor Filomensky)
Willian Gonçalves Cucco - Café da Mata
30/30 -

Willian Gonçalves Cucco - Café da Mata. A atmosfera das matas brasileiras e a tradição do café conduzem o projeto. Em busca de uma linguagem autoral, Willian Gonçalves Cucco combina contemporaneidade com a valorização de técnicas artesanais, memórias e identidade brasileira. Matéria, vegetação e arte se unem em uma experiência narrativa singular. Protagonista, a iluminação projeta sombras, evidencia texturas e mantém o ambiente em transformação contínua. Entre a fragrância do café e o frescor tropical, o visitante percebe a releitura de materiais comuns – cerâmica, madeira e metal – convertidos em arte contemporânea pelo arquiteto, como ocorre na instalação suspensa que remete às raízes e copas das florestas.

(Victor Filomensky)

traduzido por: OPENROUTER