Este novo material descoberto pela dupla permite, não só criar sacolas, como também talheres, copos, pratos, embalagens e mais.
"A grande diferença entre o plástico tradicional e o nosso é que aquele vai estar entre 150 e até 500 anos no meio ambiente e o nosso demora apenas cinco minutos. A gente decide quando o destrói", declara. Além da não poluição,
os sacos produzidos a partir deste novo material são antiasfixia, uma causa importante de mortalidade infantil, pois se dissolve em contato com a língua ou as lágrimas. "Com a produção maciça, que pode ser feita nas mesmas empresas que fabricam os plásticos convencionais – basta apenas alterar a fórmula –, o preço de seus produtos pode ser similar ao dos atuais", garantem os engenheiros. https://www.youtube.com/watch?time_continue=48&v=y-fIAhAWWrY
O projeto recebeu ainda o prêmio SingularityU Chile Summit 2018 como empreendimento catalizador de mudança, o que rendeu aos inventores um estágio no Vale do Silício no ano passado.