Outra tendência é pensar em um espaço agênero, que não traga atividades ou cores tradicionalmente associadas ao feminino ou ao masculino. O foco acima de tudo deve ser a criança e seu bem-estar, como ressalta Lívia. “A gente quis abranger todos os gêneros, sem essa coisa de para menino ou para menina. É para criança. Para brincar, de divertir e se encantar”. No
Paraná e em
Ribeirão Preto, os projetos fogem das cores primárias, surgindo com tons mais interessantes e menos óbvios para a decoração. Uma maior variação de tom também estimula a criatividade, e pode até ajudar a tornar o espaço mais organizado, principalmente quando separada em nichos. Para espaços pequenos, a brinquedoteca pode ser dois em um, abrigando também um local de estudos. Nisto se resume a tendência de espaços compartilhados, que aproveita as metragens da melhor forma possível.