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Decoração, Design

Palhinha: o material da vez em 11 ambientes da CASACOR SP

Em móveis e acabamentos, as tramas vazadas da palhinha são retomadas na CASACOR São Paulo e preservam seu inegável apelo afetivo

Por Lucy

Publicado em 12 de ago. de 2019, 9:23

01 min de leitura
Palhinha: o material da vez em 11 ambientes da CASACOR SP

(Divulgação)

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Otto Felix - Casa das Sibipirunas. O projeto de 250m² se integra com a natureza e respira harmonia, com um visual que reflete a busca por uma vida simples. Entre os diversos materiais como gesso, vidro e travertino, a palha garante presença no design autoral da cabeceira e da base da cama.

(Divulgação)
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Fernando Piva - Estúdio Plural. O arquiteto pensou em materiais que trazem a sensação de refúgio, tão necessária para a rotina contemporânea. Entre eles, destaque para a palhinha na cabeceira que abraça a cama.

(Divulgação)
CASACOR 2019
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Marcelo Diniz - Bar do Relógio. Nas paredes e no teto, o rosa veneziano dá o tom e renova o espaço original do Jockey Clube de São Paulo. Diante desta base, alguns elementos promovem um contraste intencional, a exemplo do biombo em palhinha. Ele demarca uma das áreas de convivência e gera aconchego.

(Divulgação)
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Olegário de Sá - Cozy House. O banco Benjamim, em madeira e assento em palhinha, é um dos destaques do espaço. Com design de Gustavo Bittencourt, a peça chegou a ser exibida na 15ª edição da SP-Arte.

(Robert Majola)
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Lisandro Piloni - Foyer Bienvenue. À esquerda, as poltronas Benjamin, do designer Gustavo Bittencourt, foram produzidas em palha e aço inox. Elas rendem um toque de descontração e brasilidade ao espaço que mescla elementos modernos, da Pop Art e do estilo clássico.

(Divulgação)
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Marcela Pepe - Estúdio da Mulher Contemporânea. A designer apostou no aconchego, explorando texturas. Por isso, foi na direção dos materiais naturais, como madeira, junco, linho, couro e, claro, a palhinha. Ela está presente nas portas do armário, produzido pela Madê Marcenaria, garantindo a circulação de ar na parte interna do móvel.

(Divulgação)
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Léo Romano - Paredes Mágicas. Com ambientes sobrepostos, o espaço cria uma atmosfera lúdica e insere fotografias com cenas cinematográficas e circenses. No mobiliário, destaque para a chaise-longue Rio, assinada por Oscar Niemeyer em colaboração com a sua filha Anna Maria, em 1978.

(Salvador Cordaro)
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Barbara Jalles - Estúdio Conexão. A arquiteta abusou da madeira no projeto, utilizada no piso e também para emoldurar as paredes. A palhinha aparece de forma original, na instalação de prateleiras criada pelo Estúdio Alfaia.

(Rafael Renzo)
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Ana Sawaia - Saleta Pausa. As tramas mais abertas conferem leveza aos nichos, deixando o móvel e os objetos respirarem.

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Denise Barretto - Atelier de Morar. O ambiente de 130 m² foi delimitado de várias maneiras, sem perder a fluidez. Uma das ideias foi utilizar o biombo de cedro e palhinha, que funciona como cabeceira e divide o quarto do escritório.

(Rômulo Fialdini)
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Hugo Schwartz e Alexandre Gedeon - Loft Mobili. No quarto, o banco de Gustavo Bittencourt faz as vezes de mesa lateral, apoiando livros e luminária. O material dialoga com o conceito do ambiente, com aberturas para a luz e a paisagem.

(Denilson Machado)
O português Joaquim Tenreiro e os brasileiros Sergio Rodrigues, Geraldo de Barros e Oscar Niemeyer deram novo fôlego ao material. Tornaram a palhinha um clássico. Entre os designers contemporâneos, como Zanini de Zanine e Gustavo Bittencourt, a palhinha não para de conquistar espaços. Na edição 2019 da CASACOR São Paulo, não foi diferente. A palhinha atualizada em diferentes usos e versões foi uma das tendências que conquistaram os visitantes. Cadeiras, bancos, biombos, cabeceiras e outras aplicações expandiram as possibilidades do material. Ao mesmo tempo que carrega memórias e afetos, a palhinha traz um quê artesanal e representa o desejo de trazer materiais mais naturais para a casa.