Funcional e decorativo, o banco no pé da cama ajuda a completar a composição do quarto e pode assumir diferentes formas, materiais e estilos
Publicado em 24 de jul. de 2026, 17:30

Joyce Moreira - Casa Maré. Em sua terceira edição, a arquiteta Joyce Moreira assina a Casa Maré, ambiente de 25,38 m² que traduz o tema pela serenidade litorânea. O ritmo das marés é a metáfora para o descanso do casal, unindo funcionalidade e afeto. O piso de pedras naturais harmoniza-se à paleta verde suave e à marcenaria de MDF Tauari Zênite. Detalhes de pedra Quartzito Del Mare e o floral de Ina Mazzei – homenagem à avó da profissional – reforçam a emoção. Com design brasileiro e luz intimista, o foco é a reconexão sensorial. (Edgard César/CASACOR)
O banco no pé da cama é um elemento capaz de transformar a composição do quarto sem exigir grandes reformas. Além de preencher o espaço entre a cama e a circulação, a peça pode servir como apoio para roupas, livros, mantas e objetos decorativos, tornando o ambiente mais funcional.
Clarissa Cingolani e Maya Mac Lean - Etérea. Ambiente da CASACOR Bolívia 2026. (Alvaro Mier/CASACOR)
Sua versatilidade também permite diferentes interpretações estéticas. Estofado, em madeira, com design escultural ou linhas minimalistas, o banco acompanha propostas que vão do clássico ao contemporâneo. A seguir, confira inspirações modernas para incluir esse recurso na decoração!
Dinah Lins - Loft Sem Pressa. Projeto da CASACOR Bahia 2025. (Bia Nauiack/CASACOR)
O primeiro aspecto a observar é a relação entre o banco, a cama e o espaço disponível. Em geral, a peça costuma ter entre dois terços e três quartos da largura da cama, mantendo uma composição equilibrada sem comprometer a circulação.
Vangii Arquitetura - Suite Bontempo: Infinito Particular de Kalina. (Felipe Petrovsky/CASACOR)
Em dormitórios pequenos, modelos estreitos ou com pés aparentes ajudam a preservar a sensação de amplitude. Já quartos maiores permitem explorar peças mais robustas, que ocupam o espaço de maneira proporcional.
Henrique Freneda - Casa Viva. Projeto da CASACOR São Paulo 2025. (Roberta Gewehr/CASACOR)
A escolha do acabamento influencia diretamente a leitura do ambiente. Bancos em madeira natural dialogam com propostas acolhedoras e atemporais, enquanto modelos estofados acrescentam textura e conforto visual.
Beatriz Quinelato Arquitetura - Sopro. Projeto da CASACOR São Paulo 2025. (Denilson Machado/CASACOR)
Já estruturas metálicas, fibras naturais e combinações entre diferentes materiais podem reforçar linguagens contemporâneas, industriais ou inspiradas no design brasileiro. O importante é que a peça converse com os demais móveis e revestimentos do ambiente.
María Eugenia Mercado, Paola Blanco - Loft Alma de Selva. (Alvaro Mier/CASACOR)
O banco também pode contribuir para a construção da paleta de cores do quarto. Uma possibilidade é repetir tonalidades presentes na cabeceira, nas cortinas ou na roupa de cama, criando continuidade visual e uma composição mais harmoniosa.
Daniel de Castro Cunha Arquitetura e Interiores - Suíte do Casal. Projeto da CASACOR São Paulo 2026. (Bia Nauiack/CASACOR)
Outra alternativa é utilizar a peça como ponto de destaque, introduzindo uma nova cor ou textura ao ambiente. Tecidos como linho, bouclé, couro e veludo, por exemplo, ajudam a criar diferentes atmosferas sem sobrecarregar a decoração.
No loft, o dormitório fica totalmente integrado ao living. (Edgard Cesar/CASACOR)
O impacto visual da peça depende tanto do desenho quanto do restante da composição. Bancos de linhas retas e discretas tendem a se integrar com facilidade ao ambiente, enquanto modelos de design escultural podem assumir o protagonismo da decoração.
PN + | Paula Neder - Carmim. Projeto da CASACOR São Paulo 2026. (Denilson Machado, do MCA Estúdio/CASACOR)
Independentemente da escolha, o ideal é buscar equilíbrio. Quando a cama já possui uma cabeceira marcante ou muitos elementos decorativos, um banco de desenho mais simples costuma funcionar melhor. Já em composições minimalistas, a peça pode ganhar mais destaque e reforçar a personalidade do dormitório.
Cybele Barbosa - Casa Bruma. Projeto da CASACOR Brasília 2025. (Edgard Cesar/CASACOR)
Além de completar a decoração, o banco pode desempenhar diferentes funções no cotidiano. Ele pode servir como apoio para roupas durante a troca, acomodar mantas e almofadas ou funcionar como um assento extra.
Mariana Castro Arquitetura - Suíte Bruma. Projeto da CASACOR Bahia 2025. (Bia Nauiack/CASACOR)
Em alguns projetos, modelos com compartimentos internos oferecem espaço adicional para armazenar roupas de cama e objetos de uso ocasional, reunindo praticidade e organização em um único móvel.
Sebastian Gomez Arquitetura - Loft Essência. Projeto da CASACOR Rio de Janeiro 2025. (André Nazareth/CASACOR)
CASACOR Publisher é um agente criador de conteúdo exclusivo, desenvolvido pela equipe de Tecnologia da CASACOR a partir da base de conhecimento do casacor.com.br. Este texto foi editado por Milena Garcia.