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CASACOR Ribeirão Preto 2026: 31 projetos unem razão, afeto e memória

Entre arquitetura, paisagismo e gastronomia, a CASACOR Ribeirão Preto 2026 acontece no Jardim Sumaré e resgata histórias, memórias afetivas e o design nacional

Por Nádia Sayuri Kaku

Publicado em 25 de ago. de 2026, 10:30

Mais de 10 min de leitura
Vitor Pellini (Pellini Arquitetura) - Entretempos. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026.

Vitor Pellini (Pellini Arquitetura) - Entretempos. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Keniche Santos/CASACOR)

Atravessar as portas da 8ª edição da CASACOR Ribeirão Preto é, antes de tudo, um convite a desacelerar. Entre os dias 25 de agosto e 12 de outubro, a praça transforma um marco arquitetônico da cidade — uma residência emblemática da década de 1980, assinada por Marcos Tomanik no Jardim Sumaré — em uma verdadeira jornada sensorial sobre as diferentes formas de morar.


Com o tema Mente e Coração, a mostra deste ano responde à aceleração cotidiana e ao excesso de informação propondo o lar como um território de acolhimento e reconexão. Ao longo de 31 ambientes integrados, arquitetura, design, paisagismo, arte e gastronomia se entrelaçam para provar que uma casa precisa nutrir a razão e a emoção na mesma medida.


Confira todos os ambientes abaixo!

Filippo Giorgi - Fachada - Projeto Luminotécnico
01/26 -

Filippo Giorgi - Fachada - Projeto Luminotécnico. Na proposta do arquiteto e lighting designer Filippo Giorgi, arquitetura, paisagem e passagem do tempo se relacionam com delicadeza, convertendo a entrada da CASACOR em uma experiência de transição. A luz atua como uma presença discreta: acolhe quem chega e sugere, de modo sutil, o percurso que se inicia. Entre a agitação urbana e o universo da mostra, o visitante encontra um cenário que se modifica pouco a pouco com o anoitecer. Em meio à vegetação, aos vazios e às sombras, a iluminação orienta o olhar e estimula uma observação mais atenta. Ao revelar texturas e construir profundidades, apresenta a arquitetura com serenidade e estabelece uma atmosfera de acolhimento e descoberta.

(Keniche Santos)
Mariangela Penha - Jardins de Mari - Jardim do Encontro
02/26 -

Mariangela Penha - Jardins de Mari - Jardins do Encontro. Conceitual e acolhedor, o jardim assinala tanto a chegada quanto a despedida da jornada pela CASACOR, como um verdadeiro rito de passagem. O projeto se estrutura no contraste entre a “pausa para a mente” e “o pulso do coração”: na entrada, a pausa interrompe o ruído da rua enquanto o pulso traduz a expectativa; na saída, a pausa permite absorver o vivido e o pulso leva para casa a inspiração despertada. Em um percurso de silêncio e desaceleração, o visitante contempla um jardim tropical composto pelo equilíbrio entre espécies de diferentes portes, volumes, texturas e cores. O design expressa expectativa, inspiração e movimento no banco de vergalhão e na escultura de aço que representa o Quarteirão Paulista – conjunto arquitetônico histórico situado no centro de Ribeirão Preto.

(Keniche Santos)
Morize Carvalho - Living Raízes
03/26 -

Morize Carvalho - Living Raízes. Em vez de acompanhar tendências, o living de Morize Carvalho recupera raízes. Sua essência se revela no retorno às origens e na valorização da brasilidade. A matéria guarda a memória, e cada decisão representa um gesto de preservação – da madeira, marcada pelo tempo de uma floresta inteira, às cores intensas que manifestam o Brasil em sua expressão mais viva. “A cor como identidade, não como decoração.” A iluminação favorece a introspecção e uma (re)conexão genuína com a cultura brasileira. Formada exclusivamente por arte e design nacionais, a curadoria destaca a presença feminina na arte visual de Fabiana Preti, no mobiliário autoral com peças de Roberta Banqueri e em obras de talentos de Ribeirão Preto.

(Keniche Santos)
Lucas Lourenço - Living da Permanência
04/26 -

Lucas Lourenço - Living da Permanência. O espaço convida a repensar o que de fato define a elegância. Em oposição a interiores guiados por tendências, celebra residências formadas ao longo dos anos, nas quais arquitetura, arte e design coexistem de maneira espontânea. Com inspiração nos apartamentos da Park Avenue dos anos 1950 e 1960, o arquiteto retoma o universo das grandes anfitriãs de Nova York. A arquitetura clássica emoldura uma seleção que atravessa períodos: antiguidades, obras de arte, referências tropicais ligadas a Palm Beach e peças modernistas, entre elas a chaise longue da série Djinn, criada pelo designer Olivier Mourgue. Longe de reproduzir o passado, o resultado oferece uma leitura atual do luxo, sustentada por personalidade, repertório e memória, e não por tendências.

(Keniche Santos)
Lucas Lourenço - Loja Petit Palais Casa
05/26 -

Lucas Lourenço - Loja Petit Palais Casa. O ambiente se equilibra entre aquilo que permanece e o que se renova. Ao reunir uma linguagem clássica e uma seleção mutável de objetos, Lucas Lourenço propõe o design como processo contínuo, no qual cada peça incorporada acrescenta identidade. Proporções elegantes e materiais nobres conferem atemporalidade à arquitetura. O veludo que reveste as paredes e as estantes de geometria simples e rigorosa cria uma base neutra para objetos de estilos, períodos e cores diversos, compondo uma curadoria vibrante, irreverente e contemporânea. “É um ambiente que valoriza a liberdade de compor espaços únicos, reforçando a ideia de que uma casa ganha personalidade quando equilibra elementos duradouros com escolhas que acompanham o momento de quem a habita.”

(Keniche Santos)
Victoria Balbo - Cozinha da Nonna
06/26 -

Victoria Balbo - Cozinha da Nonna. A Cozinha da Nonna sintetiza a essência do trabalho de Victoria Balbo: desenvolver projetos capazes de narrar histórias. As lembranças da infância da arquiteta na casa da avó orientam o ambiente, que mantém componentes do espaço original, como o piso de mármore e os lambris, para ressaltar a autenticidade e as marcas do tempo. Em tons de verde, a marcenaria se combina à madeira, à palha e aos tecidos naturais, recuperando o acolhimento das antigas cozinhas familiares. Itens do acervo pessoal, entre eles livros de receitas e quadros de crochê, intensificam a sensação de pertencimento. “A arquitetura tem o poder de despertar lembranças, fortalecer vínculos e fazer com que as pessoas se sintam verdadeiramente em casa.”

(Keniche Santos)
SENAC - Lembranças que Habitam
07/26 -

SENAC - Lembranças que Habitam. Lembranças que Habitam parte do entendimento de que uma casa se forma não somente por seus objetos, mas também pelas histórias neles preservadas. O hall de entrada e o banheiro acessível deixam de ser simples áreas de passagem para integrar as memórias à arquitetura. A residência da infância, os objetos transmitidos entre gerações e a impressão de retornar no tempo inspiraram os estudantes de Design de Interiores do SENAC Ribeirão Preto. A linguagem maximalista valoriza camadas de cores, estampas e texturas. A iluminação intimista e os itens de coleção ampliam a narrativa afetiva. Incorporada naturalmente ao conceito, a acessibilidade demonstra que inclusão, funcionalidade e uma estética sofisticada podem conviver harmoniosamente.

(Keniche Santos)
Caru Cunha - Quarto NOLT
08/26 -

Caru Cunha - Quarto Nolt. NOLT abrevia New Older Living Trend, expressão traduzida livremente como “Nova Tendência de Vida na Maturidade”. Para representar essa forma renovada de viver, Caru Cunha concebe um projeto minimalista destinado a um casal 60+ que reconhece o luxo de desfrutar o tempo sem pressa. Volumes puros, traços precisos e materiais de beleza discreta definem o ambiente. O acolhimento nasce da cabeceira em tecido tramado, cujo contraste delicado combina profundidade e suavidade. O revestimento das paredes reforça o aconchego, enquanto objetos vintage, fotografias e recordações de viagens constroem uma narrativa sensível sobre experiências partilhadas. “É um cenário de elegância serena, em que a estética acolhe as histórias e o morar se transforma em expressão de identidade.”

(Victor Filomensky)
Silvia Camargo - Um Canto da Terra
09/26 -

Silvia Camargo - Um Canto da Terra. Um Canto da Terra foi criado para narrar trajetórias de famílias de várias origens que estabeleceram suas vidas no Brasil. A casa evidencia a continuidade, entre gerações, de referências culturais e vínculos afetivos. Peças herdadas e elementos carregados de sentido – como tapeçarias, obras de arte e uma mesa de fazenda – convivem com a tecnologia empregada na produção do mobiliário nacional, transformando a varanda em ponto de encontro entre tempos, técnicas e linguagens. A composição cromática começa pelo laranja, relacionado à sociabilidade, ao acolhimento e ao convívio, e se amplia em matizes outonais. “São escolhas que se aproximam das cores presentes na paisagem da região, em harmonia com a terra e com um repertório visual compartilhado.”

(Victor Filomensky)
Adriana Fontana - O Primeiro Refúgio
10/26 -

Adriana Fontana - O Primeiro Refúgio. Ao aproximar memória afetiva e contemporaneidade, Adriana Fontana oferece uma nova leitura do clássico. Em O Primeiro Refúgio, o xadrez se destaca tanto como motivo decorativo quanto como trama que conduz o olhar e produz aconchego. Verdes, madeiras aquecidas e texturas de couro formam uma paleta associada à natureza e ao afeto. Elementos de inspiração vintage se relacionam com soluções atuais, como a poltrona de couro realçada pelo tapete xadrez. “É um espaço que não se limita ao rótulo de quarto de bebê. A ideia é que conte uma história e possa crescer com a criança, sem se prender a um repertório infantil óbvio.” Integrado, o banheiro conserva a proposta cromática e lúdica em uma solução mais colorida e funcional. Móveis e objetos decorativos exclusivos foram desenvolvidos pela Afetto Design.

(Victor Filomensky)
Adriana Fontana - Ninho de Histórias
11/26 -

Adriana Fontana - Ninho de Histórias. Ligada física, visual e afetivamente à suíte O Primeiro Refúgio, também de Adriana Fontana, a brinquedoteca prolonga a mesma intenção: acolher a criança, de maneira lúdica, desde os primeiros meses até a infância. O espaço reúne com segurança e apuro estético as atividades de brincar, ler e criar. Criado sob medida pela Afetto Design, o mobiliário teve dimensões e materiais ajustados ao cotidiano, com acabamentos duráveis, quinas arredondadas e ferragens embutidas. A lousa azul estimula desenhos e recados; a mesa de atividades e as poltronas infantis favorecem a criatividade e a permanência; estantes e nichos mantêm brinquedos e livros organizados e acessíveis às crianças.

(Victor Filomensky)
Carina Rezende e Maísa Andrade - Terra Roxa
12/26 -

Carina Rezende e Maísa Andrade - Terra Roxa. O ambiente leva para a casa o conforto e o clima de um quarto de hotel por meio de uma experiência multifuncional. O design ressignifica tradições de Ribeirão Preto em uma linguagem contemporânea, evocando a trajetória do café, a força da terra e a lembrança das fazendas antigas. Nas tonalidades dos estofados e tecidos, a terra vermelha regional inspira uma atmosfera orgânica e envolvente. A madeira presente no forro e na marcenaria reforça a herança cafeeira, além de transmitir autenticidade e permanência. “É um espaço onde a memória da terra, a força da história e a dualidade entre mente e coração se encontram para criar acolhimento, contemplação e pertencimento.”

(Victor Filomensky)
Marian Jammal - Âmago Corten
13/26 -

Marian Jammal - Âmago Corten. A experiência de Marian Jammal com a serralheria encontrou o tema da CASACOR e deu origem ao ambiente. A capacidade do aço de reunir resistência e maleabilidade orientou sua linguagem e suas formas. Na relação entre “Mente e Coração”, a arquiteta e urbanista materializou os conceitos do projeto: “A mente transforma ideias em estrutura, proporção e funcionalidade; por isso é associada aos painéis ripados, à solidez do gabião e à chapa metálica envelhecida, que traduzem lógica e permanência.” Já o coração aparece nas curvas, nas texturas, na iluminação suave e no paisagismo que anima o espaço. “Quando a mente desenha com precisão e o coração inspira cada detalhe, surgem espaços que se tornam identidade, memória e significado.”

(Victor Filomensky)
Camila Ubida e Ana Luísa Carolo - Studio Ubida Carolo - L'Atelier de Geneviève
14/26 -

Camila Ubida e Ana Luísa Carolo - Studio Ubida Carolo - L'Atelier de Geneviève. L’Atelier de Geneviève representa o espaço mais reservado da casa de uma estilista, onde experiências vividas se convertem em matéria criativa. O projeto aproxima o universo de Geneviève daquele das arquitetas, que encontram nas viagens referências para trabalhos dotados de significado. A inspiração transita entre a tradição dos ateliês da Europa e a elegância do design escandinavo. O burgundy orienta as cores, enquanto papéis de parede maximalistas reforçam o espírito inventivo e a marcenaria remete à produção artesanal. Tecidos, carretéis, livros e croquis ocupam os expositores, e a máquina de costura vintage sobre a bancada sugere que Geneviève deixou o lugar há poucos instantes, conferindo autenticidade, vida e muitas histórias ao ambiente.

(Victor Filomensky)
Cotrim Arquitetura - Casa Cotrim Galeria
15/26 -

Cotrim Arquitetura - Casa Cotrim Galeria. Imersiva e conceitual, a proposta envolve o visitante em uma atmosfera intensa e densa, inserindo-o no campo da arte e do design com sobriedade. A monocromia, também presente no Hall do Colecionador, estabelece a identidade visual, enquanto pontos específicos de luz destacam planos e acentuam a profundidade. A mostra reúne artistas fortemente vinculados a Ribeirão Preto: as esculturas minimalistas de Marcelo Dias, a pesquisa cromática de Cenimar Soares, os metacrilatos de José Maria Morgade, as colagens surrealistas de Piti Meinberg e o tríptico de Ruy Marques Ferreira. Completam o diálogo entre arte e design a linha Toy, de Bárbara Bianchi e Natália Hetem, o cabideiro Tarsila, de Aristeu Pires, e a Cadeira Baqueta, de Marcelo Stefanovicz.

(Victor Filomensky)
Kadu Reis - Espaço Confluência
16/26 -

Kadu Reis - Espaço Confluência. No ambiente de Kadu Reis, dois universos convergem: a serra, com sua solidez acolhedora, e o mar, marcado pela fluidez dos sentidos. Em lugar de reproduzir paisagens, o projeto comunica sensações por meio de pares opostos – vazio e cheio, peso e leveza, fluidez e firmeza, a mente na serra e o coração no mar. Essa ideia se concretiza em uma arquitetura rústica contemporânea atravessada por peças de design brasileiro. Somada a esses elementos, a iluminação indireta configura um refúgio silencioso e envolvente, propício à pausa e à introspecção. “Entre estrutura e emoção, o externo e o interno, o projeto propõe um território de reconexão: um convite a desacelerar, sentir e permanecer.”

(Keniche Santos)
Rose Kumayama - Suíte Ikigai
17/26 -

Rose Kumayama - Suíte Ikigai. Entre heranças japonesas e uma leitura brasileira atual, Rose Kumayama concebe uma suíte baseada no Ikigai, a “razão de viver”. A inspiração no tsuru – ave sagrada associada à saúde e à longevidade – articula neuroarquitetura, ciência e arte em uma celebração do essencial e da vida conduzida por propósito. “Um espaço pensado para o cuidado, onde o extraordinário está na pausa, na luz natural, nas texturas e na conexão com a natureza.” A madeira envolvente, os tons neutros, a luminosidade tranquila e o verde do terraço ampliam o bem-estar. O mobiliário de linhas orgânicas e a decoração centrada no artesanato brasileiro acompanham essa harmonia. É um abrigo para respirar, desacelerar e retomar contato com aquilo que dá sentido à existência.

(Keniche Santos)
Vitor Pellini (Pellini Arquitetura) - Entretempos
18/26 -

Vitor Pellini (Pellini Arquitetura) - Entretempos. Entretempos foi imaginado como o refúgio de quem aprecia arte e design: um lugar para apresentar a coleção, ler e receber amigos. Obras, livros e objetos registram silenciosamente afetos, descobertas e experiências. Para construir essa narrativa, Vitor Pellini escolheu elementos de profundidade e discrição. O projeto recusa a ostentação, valoriza a autenticidade e concentra-se no essencial. Tons contidos deixam texturas e obras aparecerem naturalmente; a madeira acrescenta densidade e acolhimento; e o chapisco mantém a matéria em evidência. A iluminação indireta modela os volumes, destaca superfícies e modifica o espaço conforme as horas passam, incorporando o próprio tempo à experiência.

(Keniche Santos)
Studio Ack - Carla Viziack e Marianna Viziack - Entre-Rios
19/26 -

Studio Ack - Carla Viziack e Marianna Viziack - Entre-Rios. O ambiente celebra os rios como condutores da vida e trama que une as relações humanas. Localizado em uma zona de transição da casa, funciona como um rio interno: fluido para orientar os percursos e amplo para acolher encontros, contemplação e pausa. Carla e Marianna Viziack traduzem essa imagem na chapa perfurada de aço corten que envolve a escada central, foco visual que sugere movimento e transparência. A narrativa continua no azul ligado à imensidão da água e no vermelho associado à terra e às raízes familiares das arquitetas, também evocadas por objetos afetivos como discos de vinil, um rádio de pilha e um livro de História da Arte. O paisagismo biofílico cria uma floresta tropical ao redor da circulação, em diálogo com o calor da madeira natural.

(Victor Filomensky)
Frezza & Figueiredo Arquitetura e Interiores - Sua Casa Bem Vivida Electrolux
20/26 -

Frezza & Figueiredo Arquitetura e Interiores - Sua Casa Bem Vivida Electrolux. A casa de Fabrício Frezza e Gabriel Figueiredo acolhe encontros, conversas e lembranças. O projeto reúne aquilo que dá significado a um lar equipado, dinâmico, afetivo e repleto de histórias. “Uma casa viva, com uma paleta de cores feliz e relaxante e com o conforto de materiais naturais em revestimentos, móveis, tecidos e texturas que convidam, acolhem e abraçam.” Para alcançar uma atmosfera informal e autêntica, favorável ao relaxamento e ao autocuidado, os profissionais combinaram azul, palha, bege e verde e recorreram à leveza da madeira clara, da cerâmica, da fibra, do algodão e do linho. Os lançamentos da Electrolux introduzem a tecnologia como parceira ideal de uma rotina em permanente movimento.

(Keniche Santos)
Matheus Vilela - Varanda Morar
21/26 -

Matheus Vilela - Varanda Morar. Um oásis em forma de varanda orientou as escolhas do espaço desenvolvido pelo designer de interiores Matheus Vilela. A proposta maximalista integra spa, área gourmet e lounge, revelando surpresas a cada novo olhar. A sobreposição de objetos, obras de arte, texturas e composições mobiliza os sentidos e convida a uma pausa contemplativa. Os verdes acrescentam frescor e recordam o encanto das residências emblemáticas de Palm Beach. Assim, arquitetura e paisagismo se conectam naturalmente, desfazendo fronteiras e tornando a atmosfera mais vibrante, leve e receptiva. “Mais do que um espaço, a varanda é um convite: entre, habite, sinta. Viva essa atmosfera, essa energia, essa experiência.”

(Keniche Santos)
HR Arquitetura - Casa-Ateliê da Ceramista
22/26 -

HR Arquitetura - Casa-Ateliê da Ceramista. “Há uma ideia antiga que persiste em toda prática criativa real: a de um eixo. Um ponto de equilíbrio de onde tudo se irradia.” Na casa-ateliê, esse princípio é simbolizado pela roda da ceramista, centro do layout e da narrativa que apresenta o modo de vida de uma artista contemporânea. Um saber ancestral retorna ao presente para refletir como se vive e trabalha hoje, sem subordinar criação ou cotidiano. O prato de concreto funciona simultaneamente como bancada, mesa, escultura e lugar de pausa. A divisória de MDF organiza sem isolar, e o revestimento sugere sedimentação ao valorizar os vestígios do tempo. “A composição de materiais e texturas tem função poética. As cores terrosas, as louças Deca, a precisão das formas, o respeito pelo material. Nada é decorativo por ser bonito. Tudo é bonito porque é necessário.”

(Keniche Santos)
Bruno Ortega e Juliana Treve - Restaurante Figo
23/26 -

Bruno Ortega e Juliana Treve - Restaurante Figo. Na visão de Bruno Ortega e Juliana Treve, a sofisticação verdadeira reside na contenção, na honestidade dos materiais, nas texturas, na iluminação e no tempo reservado ao convívio. “O projeto é construído a partir de uma arquitetura silenciosa, onde cada elemento foi escolhido para oferecer uma experiência sensorial de acolhimento e desaceleração.” Cimento queimado, madeira e pedra natural estruturam o ambiente em uma paleta monocromática. A luz produz cenários intimistas, e a vegetação aparece organicamente, estreitando a relação entre natureza e arquitetura. “Mais do que reproduzir uma estética, criamos um espaço que desperta memórias afetivas e oferece uma pausa em meio ao excesso de estímulos do cotidiano.”

(Victor Filomensky)
Marcelo Camargo Arquitetura (CUBO9 Studio) - Botanique Noir - Cocktail Garden
24/26 -

Marcelo Camargo Arquitetura - Cubo9 Studio - Botanique Noir - Cocktail Garden. A sofisticação dos cafés de Paris, o dinamismo cosmopolita dos rooftops de Nova York e a intensidade dos jardins tropicais se encontram no Botanique Noir. A combinação dessas referências orienta uma nova interpretação do jardim: espaço contemporâneo de contemplação e permanência, um abrigo urbano em que arquitetura, coquetelaria e paisagismo estimulam os sentidos. O ambiente se revela gradualmente à medida que a luz se altera e o olhar percorre a vegetação, os materiais naturais e as linhas orgânicas, descobrindo novos detalhes. Em uma atmosfera envolvente, intimista e sofisticada, o projeto convida a celebrar encontros e experimentar o ritual do drink.

(Keniche Santos)
Jaciara Carvalho - Ateliê Jaciara Carvalho - Loja Decor
25/26 -

Jaciara Carvalho - Ateliê Jaciara Carvalho - Loja Decor. Jaciara Carvalho, designer de interiores, responde tanto pela arquitetura quanto pelas peças artesanais apresentadas no ateliê. O ambiente traduz com fidelidade a essência de seu trabalho: conceber espaços acolhedores e inspiradores, capazes de destacar a autenticidade da produção manual. A união de materiais, texturas e componentes naturais transmite atemporalidade e elegância. O piso de aparência amadeirada, as pedras, o balcão de desenho orgânico e o cuidadoso projeto de iluminação constroem uma experiência leve e sensorial, que convida o visitante a percorrer a coleção e observar cada detalhe sem pressa.

(Keniche Santos)
Willian Gonçalves Cucco - Café da Mata
26/26 -

Willian Gonçalves Cucco - Café da Mata. A atmosfera das matas brasileiras e a tradição do café conduzem o projeto. Em busca de uma linguagem autoral, Willian Gonçalves Cucco combina contemporaneidade com a valorização de técnicas artesanais, memórias e identidade brasileira. Matéria, vegetação e arte se unem em uma experiência narrativa singular. Protagonista, a iluminação projeta sombras, evidencia texturas e mantém o ambiente em transformação contínua. Entre a fragrância do café e o frescor tropical, o visitante percebe a releitura de materiais comuns – cerâmica, madeira e metal – convertidos em arte contemporânea pelo arquiteto, como ocorre na instalação suspensa que remete às raízes e copas das florestas.

(Victor Filomensky)

“Esta edição da CASACOR Ribeirão Preto reafirma a força criativa da nossa região e sua capacidade de reunir arquitetura, design, arte, paisagismo e inovação em experiências que dialogam com diferentes formas de viver. Além de apresentar projetos inspiradores, a mostra movimenta toda uma cadeia de profissionais, marcas e fornecedores, fortalece conexões e gera oportunidades de negócio. Nosso propósito é consolidar a CASACOR Ribeirão Preto como uma plataforma relevante para o mercado e, ao mesmo tempo, proporcionar ao público uma experiência envolvente, capaz de despertar novos olhares sobre o morar”, diz Mauricio Siqueira, CEO da mostra local.

Uma experiência que começa antes de entrar

A jornada começa no Jardim do Encontro, de Mariangela Penha – Jardins de Mari, concebido como um rito de passagem para a chegada e para a despedida da mostra. Em meio a espécies tropicais de diferentes portes, volumes, texturas e cores, o visitante é convidado a reduzir o ritmo. Um banco de vergalhão e uma escultura em aço inspirada no Quarteirão Paulista estabelecem, já na chegada, uma conexão entre design e a memória arquitetônica de Ribeirão Preto.


Na sequência, a Entrada CASACOR, o projeto luminotécnico é do light designer Filippo Giorgi, um italiano radicado no Brasil há mais de 15 anos, premiado na Europa e Brasil. O trabalho dele marca definitivamente a transição entre a cidade e o universo da mostra. Junto à vegetação, sombras, vazios e iluminação esses elementos uma fachada que muda de percepção ao longo do dia e, especialmente ao anoitecer, revelando novas texturas e profundidades.

Morize Carvalho - Living Raízes. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026.

Morize Carvalho - Living Raízes. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Keniche Santos/CASACOR)

O percurso segue para o Living Raízes, de Morize Carvalho, onde brasilidade, memória e identidade nacional conduzem a experiência. Madeira e cores vibrantes se encontram com uma curadoria exclusivamente brasileira, com destaque para a presença feminina na arte e no design.


Logo depois, Lucas Lourenço propõe outra relação com o tempo no Living da Permanência. Inspirado nos apartamentos da Park Avenue das décadas de 1950 e 1960, o projeto reúne arquitetura clássica, antiguidades, arte, referências tropicais e design modernista para defender um luxo construído por repertório e escolhas capazes de atravessar gerações. A experiência se desdobra na Loja Petit Palais Casa, também de Lucas Lourenço, onde veludo, materiais nobres e uma arquitetura atemporal servem como cenário para uma curadoria dinâmica de objetos de diferentes épocas, estilos e cores.


O Living Evviva, da Hayasaki Arquitetura, assinado por Fabiano, Tania e Isabela Hayasaki, retoma diretamente a dualidade entre razão e emoção proposta pelo tema do ano. Materiais naturais, texturas, iluminação e a integração entre mobiliário e marcenaria criam uma experiência sensorial, completada pelas obras interativas de Bia Hayasaki.

Memórias de casa

Victoria Balbo - Cozinha da Nonna. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026.

Victoria Balbo - Cozinha da Nonna. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Keniche Santos/CASACOR)

A partir daí, a visita entra em um território profundamente afetivo. Na Cozinha da Nonna, Victoria Balbo parte das próprias lembranças da casa da avó para reconstruir sensações familiares. Piso de mármore e lambris originais convivem com marcenaria verde, madeira, palha, tecidos naturais, livros de receitas, crochês e peças pessoais.


Em Lembranças que Habitam, os estudantes de Design de Interiores do SENAC Ribeirão Preto exploram a ideia de que uma casa também é construída pelas histórias carregadas por seus objetos. Hall e banheiro acessível recebem uma composição maximalista de cores, texturas, estampas e itens de coleção, incorporando acessibilidade à estética e à funcionalidade.

Caru Cunha - Quarto NOLT. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026.

Caru Cunha - Quarto NOLT. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Victor Filomensky/CASACOR)

O tempo volta a conduzir a experiência no Quarto NOLT, de Caru Cunha. Inspirado no conceito New Older Living Trend, o ambiente imagina a intimidade de um casal 60+, com volumes puros, materiais sofisticados, objetos vintage, fotografias e lembranças de viagens compondo um espaço sobre maturidade, conforto e histórias compartilhadas.


Em Um Canto da Terra, Silvia Camargo olha para famílias de diferentes origens que construíram suas trajetórias no Brasil. Tapeçarias, peças herdadas, arte, uma mesa de fazenda e mobiliário nacional tecnológico atravessam gerações, enquanto laranjas e tonalidades outonais remetem à terra e à paisagem da região.


A infância surge em seguida por meio de dois ambientes de Adriana Fontana. O Primeiro Refúgio apresenta um quarto pensado para crescer junto com a criança, reinterpretando referências clássicas com xadrez, verdes, madeiras quentes, couro e elementos vintage. Conectado a ele, o Ninho de Histórias transforma a brinquedoteca em território de leitura, criatividade e descoberta, com mobiliário dimensionado para os pequenos, cantos arredondados, lousa, mesa de atividades, nichos e estantes.

Ribeirão Preto, matéria e identidade

Carina Rezende e Maísa Andrade - Terra Roxa. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026.

Carina Rezende e Maísa Andrade - Terra Roxa. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Victor Filomensky/CASACOR)

A própria história da cidade entra no percurso em Terra Roxa, de Carina Rezende e Maísa Andrade. A cultura do café, a terra vermelha e a memória das antigas fazendas de Ribeirão Preto são reinterpretadas por tecidos, estofados, madeira e marcenaria em um ambiente multifuncional que leva para a casa o acolhimento de um quarto de hotel.


Em Âmago Corten, Marian Jammal transforma o aço em metáfora para “Mente e Coração”. A racionalidade aparece na precisão dos painéis ripados, no gabião e na chapa metálica envelhecida; a emoção, nas curvas, texturas, iluminação suave e paisagismo.

Cotrim Arquitetura - Casa Cotrim Galeria. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026.

Cotrim Arquitetura - Casa Cotrim Galeria. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Victor Filomensky/CASACOR)

Na sequência, Camila Ubida e Ana Luísa Carolo, do Studio Ubida Carolo, apresentam L’Atelier de Geneviève, imaginado como o universo íntimo de uma estilista. Ateliês europeus e design escandinavo se encontram entre tons de burgundy, papéis de parede maximalistas, tecidos, carretéis, croquis, livros e uma máquina de costura vintage.


A experiência mergulha então na arte, com a Casa Cotrim Galeria, da Cotrim Arquitetura. Em uma atmosfera monocromática, marcada por iluminação pontual, a curadoria coloca em evidência artistas ligados a Ribeirão Preto e estabelece diálogos entre suas obras e peças de design brasileiro.

Kadu Reis - Espaço Confluência. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026.

Kadu Reis - Espaço Confluência. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Keniche Santos/CASACOR)

O Espaço Confluência, de Kadu Reis, contrapõe a solidez da serra à fluidez do mar. Cheios e vazios, peso e leveza, estrutura e emoção se combinam a design brasileiro e iluminação indireta para criar um lugar de pausa e introspecção.


Na Suíte Ikigai, Rose Kumayama parte do conceito japonês que pode ser interpretado como a “razão de viver”. Tradições japonesas, interpretação brasileira, neuroarquitetura, arte e ciência encontram madeira, luz natural, formas orgânicas, artesanato e vegetação para construir um refúgio dedicado ao essencial.


Já Entretempos, de Vitor Pellini, da Pellini Arquitetura, imagina o espaço de um apreciador de arte e design. Livros, objetos e colecionismo funcionam como registros de experiências, enquanto madeira, chapisco, tons sóbrios e iluminação indireta incorporam a passagem do tempo à própria arquitetura.

Da intimidade ao encontro

Frezza & Figueiredo Arquitetura e Interiores - Sua Casa Bem Vivida Electrolux. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026.

Frezza & Figueiredo Arquitetura e Interiores - Sua Casa Bem Vivida Electrolux. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Keniche Santos/CASACOR)

O percurso chega a Entre-Rios, de Carla Viziack e Marianna Viziack, do Studio ACK, onde uma área originalmente destinada à circulação se converte em espaço de permanência. A escada central, o paisagismo biofílico, a madeira e as referências à água, à terra e às raízes familiares das profissionais fazem dos rios uma metáfora para as conexões humanas.


A ideia de casa como lugar de encontro ganha nova escala no espaço Sua Casa Bem Vivida Electrolux, da Frezza & Figueiredo Arquitetura e Interiores, de Fabrício Frezza e Gabriel Figueiredo. Azul, palha, bege e verde, associados à madeira clara, fibras naturais, cerâmica e tecidos, criam uma residência leve e informal, enquanto a tecnologia se incorpora ao cotidiano e às novas formas de viver.

Matheus Vilela - Varanda Morar. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026.

Matheus Vilela - Varanda Morar. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Keniche Santos/CASACOR)

A experiência se abre para o exterior na Varanda Morar, de Matheus Vilela, que reúne spa, lounge e área gourmet em um oásis de linguagem maximalista. Obras de arte, objetos, texturas e diferentes camadas visuais dividem protagonismo com o paisagismo e os tons de verde.


Em Urbanidade, Jacqueline Nogueira desloca a reflexão para além dos limites da casa e propõe uma nova relação com a rua. Concreto, grafites, vegetação e mobiliário transformam o espaço urbano em lugar de convivência, enquanto materiais pré-fabricados e uma solução de mobilidade associada à tecnologia dos veículos elétricos incorporam sustentabilidade ao projeto.

HR Arquitetura - Casa-Ateliê da Ceramista. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026.

HR Arquitetura - Casa-Ateliê da Ceramista. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Keniche Santos/CASACOR)

A criação volta para dentro de casa na Casa-Ateliê da Ceramista, da HR Arquitetura. A roda da ceramista organiza o espaço e simboliza uma rotina na qual morar e produzir não possuem fronteiras rígidas. Cores terrosas, superfícies marcadas pelo tempo e um grande elemento de concreto com funções que transitam entre mesa, escultura e lugar de pausa reforçam o caráter artesanal da proposta.

Sabores, encontros e permanência

Bruno Ortega e Juliana Treve - Restaurante Figo. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026.

Bruno Ortega e Juliana Treve - Restaurante Figo. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Victor Filomensky/CASACOR)

A experiência da CASACOR também passa pela gastronomia. No Restaurante Figo, de Bruno Ortega e Juliana Treve, a arquitetura se torna silenciosa e sensorial. Cimento queimado, pedra natural, madeira, vegetação e iluminação intimista criam um cenário pensado para acolher e desacelerar, fazendo da refeição uma pausa dentro do percurso. A operação é comandada por Gustavo Andrez.


Em seguida, o visitante encontra o Botanique Noir – Cocktail Garden, de Marcelo Camargo Arquitetura, do Cubo9 Studio. Cafés parisienses, rooftops nova-iorquinos e jardins tropicais inspiram um ambiente em que arquitetura, paisagismo e coquetelaria se encontram. A experiência se modifica com a luz do dia e o cair da noite e convida à permanência e ao ritual do drink, com operação da Clicô.


O Deck Oásis, de Luciane Folheto e João Vitor Gulini, prolonga essa sensação. Água, vegetação, iluminação e tons naturais formam um ambiente de conforto físico e emocional, concebido para que a arquitetura seja percebida pelo conjunto de sensações que proporciona.

Jaciara Carvalho - Ateliê Jaciara Carvalho - Loja Decor. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026.

Jaciara Carvalho - Ateliê Jaciara Carvalho - Loja Decor. Projeto da CASACOR Ribeirão Preto 2026. (Keniche Santos/CASACOR)

No Ateliê Jaciara Carvalho – Loja Decor, Jaciara Carvalho assina tanto o espaço quanto as peças artesanais expostas. Pedras, texturas, referências à madeira, formas orgânicas e elementos naturais valorizam a autenticidade do feito à mão e convidam a observar os detalhes.


A programação e a dimensão coletiva da mostra encontram seu endereço no Hub de Conexões, de Fabio Marzola. Pensada para receber eventos, a arquitetura do espaço privilegia integração, circulação e flexibilidade, com layout adaptável e iluminação capaz de criar diferentes cenários ao longo da programação.


Até os ambientes essencialmente funcionais entram na narrativa. Nos Banheiros Públicos, Marian Jammal transforma a passagem em um refúgio sensorial inspirado na paisagem brasileira. Argila, areia e tons minerais, associados às curvas, formas fluidas e luz indireta, criam uma atmosfera natural e acolhedora.


O percurso termina, e abre espaço para permanecer um pouco mais, no Café da Mata, de Willian Gonçalves Cucco, sob o comando da Mais Um Copo de Café. A cultura cafeeira, tão profundamente relacionada à história de Ribeirão Preto, encontra as florestas brasileiras em uma composição de cerâmica, madeira, metal, vegetação e arte. Uma instalação suspensa inspirada nas raízes e copas das árvores reforça a relação entre natureza e arquitetura, enquanto luz e sombra modificam continuamente a percepção do ambiente.

Serviço - CASACOR Ribeirão Preto 2026


  • Quando: de 25 de agosto a 12 de outurbo de 2026

  • Horários: de terça a sábado, das 15h ás 22h. Domingos e feriados, das 15h às 20h

  • Onde: Av. Sumaré, 590 - Jardim Sumaré, Ribeirão Preto - SP, 14025-450

  • Ingressos: R$ 98 (inteira) e R$ 49 (meia)

  • Bilheteria: online, aplicativo oficial da CASACOR e venda presencial no local

  • Redes sociais: @casacor_ribeiraopreto

Compra de ingresso de meia-entrada:

  • Idosos a partir de 60 anos

  • Estudantes, mediante apresentação de documento válido com foto ou comprovante de pagamento.

  • PNEs (pessoas com necessidades especiais) e seus acompanhantes (conforme a Lei 12.933/13)

  • Professores das redes pública e privada, mediante apresentação de documento válido com foto.

*Promoção de pré-venda não válida para meia-entrada. A comprovação de meia-entrada será exigida na porta.

Importante:

  • Entrada gratuita para crianças com idade comprovada de até 10 anos.

  • 1 (um) CPF pode comprar, no máximo, 10 ingressos.

  • Venda para grupos: para compras acima de 10 ingressos ou por CNPJ, envie e-mail para eventoscasacorrp@gmail.com.

A CASACOR Ribeirão Preto 2026 tem patrocínio master Deca, tinta oficial Coral, patrocínio local Centro Cerâmico e Eletrolux, hotel oficial TRYP by Wyndham Ribeirão Preto, apoio institucional da Prefeitura de Ribeirão Preto e apoio de mídia da revista InterArq, Zumm Portal Revide, Ypê News, e Obra Prima. Realização Editora Globo.