Em sua estreia na mostra, Jander Jucá utiliza bambu natural e tecido translúcido tensionado em curvas orgânicas fluidas que fazem os olhos deslizarem pela construção. Com 40 metros lineares, dois arcos com vegetação pendente criam acolhimento, leveza, sombra e contemplação. Estrutura leve, modular, reaproveitável e de baixo impacto, une sustentabilidade, design orgânico, cores quentes, brasilidade, afeto e memória. À noite, torna-se portal luminoso que transforma a rua em experiência sensorial, poética e afetiva, convidando o público a desacelerar, respirar natureza, contemplar a luz filtrada e entrar com pausa e encantamento, em gesto de acolhimento e poesia cearense. Obra que celebra o encontro e a luz.