O ambiente, assinado por Tom Reis, parte da ideia de desacelerar em um momento íntimo, transformando a pausa em uma experiência de presença. A proposta estabelece um encontro entre memória e contemporaneidade, resgatando referências das antigas cidades do Tocantins por meio das pedras cangas, do jardim vertical e das texturas em tons de barro. O espelho, inspirado no ritmo de um relógio, conduz a reflexão sobre a passagem do tempo e a maneira como escolhemos vivê-lo. A composição convida o visitante a perceber, mesmo em meio ao caos, a possibilidade de encontrar seu próprio tempo.