Jacqueline Nogueira propõe que o visitante desacelere, se sente, converse e reconheça que a proximidade com a cidade também pode significar qualidade de vida. O projeto transforma a rua em espaço de encontro, além de circulação, e oferece um novo sentido à relação entre as pessoas e o meio urbano. “É lembrar que esse espaço fora das nossas casas também nos pertence.” Nesse ambiente plural, grafites amenizam a dureza do concreto, a vegetação oferece frescor e o mobiliário estimula a permanência. Indispensável a uma arquitetura urbana que recebe e acolhe, a sustentabilidade aparece nos materiais – como os componentes pré-fabricados de pisos e paredes – e na alternativa de mobilidade apoiada pela tecnologia dos veículos elétricos.