Ao visitar a área do projeto, Luciane Folheto e João Vitor Gulini visualizaram um lugar acolhedor, capaz de estimular a permanência. “No Deck Oásis, o conforto se manifesta tanto na experiência física quanto na emocional. Ele celebra a convivência e a capacidade que a arquitetura tem de tocar as pessoas.” Desde as primeiras decisões, os arquitetos priorizaram o efeito do conjunto, para além de materiais ou objetos isolados. Iluminação, água, vegetação, cores naturais e áreas de convívio se articulam em uma atmosfera que ativa os sentidos e enaltece o simples prazer de estar. O cenário favorece encontros, estreita o vínculo entre visitante e espaço e converte momentos compartilhados em lembranças afetivas.