O espaço tem a função de aproximar as pessoas tanto no momento de lazer como de trabalho
Publicado em 17 de jul. de 2019, 12:15

(Rafael Renzo)
A proposta de co-living é antiga, mas aqui no Brasil vem se firmando como uma solução atrativa para atender a diferentes gerações. Esse foi o partido do projeto da arquiteta, em sua terceira edição da mostra, ao integrar living e cozinha. O espaço tem a função de aproximar as pessoas tanto no momento de lazer como de trabalho.
A transição do living para a área gourmet ficou harmoniosa graças a ilha central, que serve como mesa de refeição, de reunião ou de entretenimento. Outro recurso utilizado que acolhe e dá unidade foi revestir todo o espaço com madeira, como se fosse um caixote. Os armários embutidos - com nichos abertos e fechados - se misturam com leveza aos de vidro e espelho. Ao fundo, a parede de tijolinhos rouba atenção quebrando a uniformidade da superfície lisa da madeira. Os tons terrosos ganham evidência nas almofadas, tapete e peças artesanais de diferentes fibras. A iluminação linear foi projetada com rigor, destacando cada detalhe do projeto e valorizando peças autorais espalhadas pelo living.
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